El Salvador como ponto de partida — não como exceção
El Salvador volta a ocupar o centro do debate global sobre o futuro do dinheiro ao sediar o Plan B Forum El Salvador 2026. Mais do que um evento sobre criptoativos, o fórum se consolida como um espaço estratégico para discutir a próxima fase da infraestrutura de pagamentos digitais na América Latina — uma fase marcada menos por discurso ideológico e mais por uso prático, escala e integração com a economia real.
A escolha de El Salvador não é simbólica. O país opera hoje como um laboratório regulatório e operacional, antecipando tendências que começam a ganhar tração em toda a região. Em um continente caracterizado por alta informalidade bancária, uso intensivo de meios digitais e crescente adoção de stablecoins, o desafio deixou de ser “se” essas tecnologias serão utilizadas. A pergunta agora é como elas se integram ao cotidiano de pessoas, empresas e governos.
Nesse contexto, a participação da Smartpay | Rezolve AI no Plan B El Salvador reforça uma mudança clara de narrativa: sair da experimentação e avançar para pagamentos reais, em escala, conectados aos sistemas locais e com foco total na experiência do usuário.
Do conceito à execução: a infraestrutura entra em campo
A América Latina reúne condições únicas quando o tema é dinheiro digital. Sistemas de pagamento instantâneo, como o Pix no Brasil, convivem com uma população acostumada a buscar alternativas para proteger valor, reduzir custos de remessas e operar fora das limitações do sistema bancário tradicional. Nesse cenário, as stablecoins deixam de ser ativos especulativos e passam a atuar como infraestrutura financeira.
É exatamente essa camada de execução que a Smartpay | Rezolve AI leva ao debate no Plan B:
- Pagamentos reais em escala, já operando em ambientes produtivos;
- Integração com sistemas locais, conectando blockchain a meios de pagamento amplamente utilizados;
- Experiência do usuário como fator decisivo, eliminando fricções técnicas e viabilizando adoção em massa.
Em vez de promessas futuras, o foco está em soluções que funcionam hoje, com liquidação eficiente, baixo custo e compatibilidade com a realidade econômica da região.
Stablecoins como ponte entre blockchain e economia real
A agenda oficial do Plan B El Salvador 2026 destaca múltiplas participações de Rocelo Lopes, CEO da Iniciativa Global de Stablecoins da Rezolve AI, em painéis e palestras voltados ao futuro dos pagamentos digitais, stablecoins e à integração entre blockchain e sistemas financeiros tradicionais.
Sob uma abordagem prática, Rocelo explora como a América Latina pode liderar a próxima onda de inovação financeira ao transformar tecnologia em infraestrutura funcional, especialmente em mercados onde remessas, pagamentos transfronteiriços e liquidação instantânea são necessidades urgentes.
No dia 30 de janeiro, às 14h30 (horário local), Rocelo participa do painel “Global Payments Trends and Latin American Perspectives”, ao lado de:
- Dario Sneidermanis, CEO da Muun;
- Jeremy Almond, CEO da Paystand;
- Dejan Roljic, CEO da Naka;
- Nici Moran, da Simply Bitcoin.
Já no dia 31 de janeiro, às 10h30 (horário local), Rocelo participa de um painel em espanhol, com o tema “Pagos con Bitcoin en Latam”, ao lado de:
- Piero Coen, CEO da Osmo;
- Johan Hernandes, da Towerbank;
- Rogzis, co-founder do Plan B Network.
El Salvador hoje, América Latina amanhã
O Plan B El Salvador deixa evidente que o debate amadureceu. A região caminha para uma fase em que blockchain, Bitcoin e stablecoins deixam de ser exceções e passam a integrar o sistema financeiro funcional, especialmente em pagamentos, comércio e remessas.
Como destaca Rocelo Lopes:
“A próxima fase da América Latina não é adoção ideológica de cripto, mas uso prático em pagamentos, comércio e remessas. O Plan B El Salvador deixa claro que o debate evoluiu. O foco agora está em soluções que funcionam, escalam e resolvem problemas concretos. El Salvador é o ponto de partida — mas o movimento é regional.”
Mais do que um evento, o Plan B El Salvador se posiciona como um marco de transição. A infraestrutura está sendo construída agora — e a América Latina tem todas as condições para liderar esse movimento.
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