A Obsidiam, startup com atuação na América Latina, anuncia o início oficial de suas operações no Brasil e a nomeação de Henrique Giron como novo country manager. Essa movimentação marca mais um passo na estratégia de expansão regional da empresa, cujo foco é levar soluções baseadas em stablecoins para a economia real.
Fundada em 2021, a Obsidiam iniciou suas operações na Colômbia, um mercado desafiador devido às limitações impostas por um sistema financeiro tradicional mais fechado. Ainda assim, a empresa conseguiu se destacar ao participar do sandbox regulatório com a autoridade monetária colombiana, além de firmar parcerias com instituições financeiras favoráveis ao desenvolvimento do setor cripto. Esses fatores foram determinantes para o crescimento e consolidação da operação no país.
Com uma estratégia voltada à América Latina, a Obsidiam deu sequência ao plano de expansão, mirando mercados-chave como Brasil e México. Nesta quarta-feira (28), a startup obteve a licença para operar legalmente no território mexicano, reforçando sua presença regional.
No Brasil, a entrada no mercado começou em 2024, sendo acelerada com o apoio da Tether, a principal emissora de stablecoins do mundo.
Para liderar a operação brasileira, a Obsidiam escolheu Henrique Giron, economista e advogado com ampla experiência na indústria cripto. O novo executivo acumula passagens por empresas como Huobi Global, Bitwolf e Cripto Planet.
Segundo Giron, a proposta é clara: “A empresa tem uma tese de negócio muito bem definida, que é levar as stablecoins para a economia real”.
A startup, inclusive, já se associou à ABToken, associação brasileira que reúne empresas do setor de tokenização, reforçando seu compromisso com o diálogo institucional e regulatório no país.
Infraestrutura regulada ao alcance de todos
Apesar de o Brasil contar com um dos sistemas financeiros mais robustos e eficientes do mundo, especialmente no que diz respeito a pagamentos domésticos, Giron avalia que ainda há espaço relevante para inovação, sobretudo no segmento de pagamentos internacionais.
“Quando falamos em transferências globais, a inovação ainda não avançou no mesmo ritmo observado no ecossistema brasileiro. É nesse ponto que as stablecoins ganham protagonismo”, explica.
Atualmente, a Obsidiam opera com uma infraestrutura alinhada a padrões internacionais de segurança e conformidade, combinando tecnologia do universo cripto com práticas consolidadas do mercado financeiro tradicional.
“Conseguimos unir o melhor dos dois mundos: inovação tecnológica com segurança e solidez”, afirma Giron.
Conforme o executivo, a demanda por soluções baseadas em stablecoins tem crescido acima das expectativas. “Temos observado um aumento significativo de clientes em busca de pagamentos mais rápidos, não apenas pela redução de custos operacionais, mas também como um diferencial competitivo. Em muitos casos, a agilidade nos pagamentos chega a ser decisiva nas negociações, com concessão de descontos expressivos quando realizados via stablecoins”, destaca.
No Brasil, além de liderar a expansão comercial, Giron também terá a missão de atuar como ponte regulatória da Obsidiam, contribuindo para o alinhamento da empresa com o ambiente normativo local. O objetivo da startup é oferecer infraestrutura capaz de conectar o mercado brasileiro a mercados globais de forma eficiente e competitiva.
Isenção de responsabilidade: As opiniões, bem como todas as informações compartilhadas nesta análise de preços ou artigos mencionando projetos, são publicadas de boa fé. Os leitores deverão fazer sua própria pesquisa e diligência. Qualquer ação tomada pelo leitor é prejudicial para sua conta e risco. O Bitcoin Block não será responsável por qualquer perda ou dano direto ou indireto.

Acesse agora a WEEX e descubra uma plataforma de trading completa, rápida e segura, criada para quem busca performance de verdade. Clique no link, crie sua conta em poucos minutos e aproveite ferramentas avançadas, bônus exclusivos e a melhor experiência para operar criptomoedas.


