A expansão da tokenização no mercado de capitais brasileiro pode exigir mudanças na forma como as atividades financeiras são regulamentadas. O Programa Piloto DLT CVM permite testar estruturas baseadas em tecnologia de registro distribuído.
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Nova tecnologia permite que clientes utilizem agentes de IA para pesquisar, contratar e gerenciar serviços de conectividade. A DE-CIX lança o Model Context Protocol para simplificar operações de infraestrutura de rede.
O Brasil já provou que sabe usar inteligência artificial, mas precisa transformar esse uso em resultado. O mercado precifica resultado, não o volume de uso.
A Fireblocks lançou o Liquidity Market, reunindo provedores de liquidez OTC para pagamentos com stablecoins. Clientes podem comparar cotações e executar operações diretamente na plataforma.
A nova fase da regulamentação dos ativos digitais no Brasil está criando um desafio que vai além da adequação jurídica das empresas. Instituições precisam adaptar sistemas e equipes para lidar com movimentações em blockchain.
A Solana implementou o Alpenglow, sua maior atualização desde 2020, reduzindo o tempo de finalização de transações para 150 milissegundos. Este avanço aproxima a rede do mercado financeiro tradicional, acelerando pagamentos e liquidações financeiras.
Uma venda internacional pode percorrer um longo caminho até se transformar em dinheiro disponível para a empresa. A eficiência dos pagamentos precisa ser avaliada pelo impacto na conversão das vendas, na margem e na previsibilidade do caixa.
Projeção da ABIACOM indica que as vendas do e-commerce brasileiro podem atingir R$ 259,8 bilhões em 2026, um aumento de 10,3% sobre 2025. Nesse cenário, a VIVAMOMENTO escolhe o Brasil como seu primeiro mercado operacional, centralizando as operações em São Paulo.
A inteligência artificial está transformando o mercado criativo, democratizando o design e acelerando a tomada de decisão. Marcel Albuquerque explora os impactos e desafios dessa tecnologia.
O Grupo Caldeira OTC e a Urban anunciam a fusão de suas operações, criando uma das principais plataformas institucionais de ativos virtuais do País. A nova Urban manterá a marca e reunirá tecnologia proprietária, capacidade operacional e liquidez institucional.
A participação feminina vem crescendo no mercado de fintechs, mas o avanço ainda não se traduz em presença proporcional nos cargos de liderança. Segunda edição do levantamento Women in Fintech foi realizada pelo escritório Silva Lopes Advogados.
O Brasil já passou de 1 milhão de veículos eletrificados, com a frota acumulada desde 2012 atingindo 1.003.310 unidades. O avanço impulsiona a demanda por infraestrutura de recarga, que cresceu 17,45% em três meses.
O futuro do dinheiro digital não precisa ser uma disputa entre stablecoins e iniciativas de bancos centrais como o Drex. A questão é como essas diferentes estruturas poderão se conectar e desempenhar funções complementares no sistema financeiro.
A inteligência artificial deixou de ser uma discussão exclusivamente tecnológica, representando oportunidades e novos riscos. Integrar cibersegurança à estratégia de negócio é fundamental para antecipar riscos e fortalecer a governança.
O financiamento de venture capital no Brasil teve alta de 16% no segundo trimestre, atingindo U$ 391,6 milhões. A inteligência artificial é vista como área de alto potencial de investimento, com a plataforma Enter se tornando o primeiro unicórnio de IA da América Latina.
Estimativas apontam que apenas cerca de dez empresas poderiam obter licença para atuar como prestadoras de serviços de ativos virtuais no Brasil. O especialista Paulo Portuguez analisa como as exigências do Banco Central podem concentrar o mercado.
Com o aumento de golpes digitais contra idosos, especialistas alertam que a melhor prevenção não é dominar a tecnologia, mas mudar comportamentos e contar com o apoio ativo da família. É importante aprender a questionar e verificar aquilo que recebemos no ambiente digital.
A rápida expansão da inteligência artificial, dos serviços em nuvem e dos data centers está colocando a infraestrutura digital no centro de uma nova etapa de investimentos no Brasil. O tema foi debatido por Carlos Eduardo Sedeh, CEO da SAMM, em encontro internacional em Lisboa.
A migração das empresas para tecnologias baseadas em blockchain está promovendo uma transformação estrutural no sistema financeiro. A nova arquitetura, porém, também amplia a superfície de risco das organizações.
O Brasil tem potencial para se tornar um centro de outsourcing na América Latina, atraindo investimentos e expandindo empresas. Renato Halt analisa os desafios e oportunidades para o país.
O mercado de capitais brasileiro exige mais governança e controles. A administração fiduciária assume papel estratégico na segurança e integridade das estruturas de investimento.
A Stark Infra lança o Ledger, uma solução de livro-razão para empresas. Ele permite controlar saldos, ativos e movimentações em tempo real e alta escala.
Bancos correm o risco de perder US$ 230 bilhões em receitas com a popularização das stablecoins e dos depósitos tokenizados. Depósitos tokenizados surgem como a principal prioridade de curto prazo dos bancos.
A Qive promove a terceira edição do Qive Conecta em 23 de setembro. O evento debate os impactos da Reforma Tributária e o uso de inteligência artificial na automação financeira.
O pagamento agêntico, impulsionado pela inteligência artificial, redefine a experiência de compra. Agentes de IA pesquisam, comparam e executam compras, gerando novos desafios para o comércio digital.
Com o avanço da regulação dos ativos virtuais, 30 de outubro passa a ser uma data importante para as empresas do setor. A Coopfy avalia que essa nova etapa pode funcionar como um filtro de mercado.
A Blockforce e a Cardano Foundation firmaram uma parceria para ampliar a rastreabilidade de cadeias de fornecimento brasileiras. A solução permite que empresas comprovem a origem e a integridade de seus registros sem expor dados comerciais estratégicos.
As stablecoins consolidaram sua posição como o principal ativo digital utilizado no Brasil. Dados da Receita Federal revelam que essas criptomoedas de valor estável representam 80% do volume de criptoativos declarado.
Especialista esclarece como funciona a compra de Bitcoin e outros criptoativos. Ele detalha o que mudou com a regulamentação brasileira e os cuidados essenciais antes do primeiro investimento.
A confiança digital mudou de patamar, tornando-se estratégica para instituições financeiras. Proteger transações exige análise comportamental e inteligência de dados em tempo real.































