Enquanto o mundo discutia se o Bitcoin era golpe ou futuro, Bernardo Schucman estava na Califórnia conectando máquinas. Era 2013. O brasileiro de São Paulo havia acabado de começar a minerar Bitcoin na garagem de casa, pagando tarifa residencial de energia. Sem saber, ele entrou para a história de uma das indústrias mais valiosas que o mundo digital já produziu.
Mais de uma década depois, operações ligadas ao seu nome foram creditadas com 50.434 bitcoins minerados, número verificado pela BDO, uma das maiores empresas de auditoria do mundo. Ao câmbio atual, estamos falando de um portfólio histórico que supera R$ 5 bilhões.
De garagem em garagem para a Nasdaq
Schucman fundou a Fastblock, uma das primeiras empresas americanas especializadas em mineração de Bitcoin como serviço. Depois fundou a ATL Data Centers, em Atlanta, infraestrutura que chamou a atenção de grandes players. A Marathon, gigante americana de mineração listada na Nasdaq, chegou a anunciar a intenção de comprar uma empresa fundada por ele. A CleanSpark foi além: adquiriu a ATL e contratou Schucman como Vice Presidente Sênior da divisão de mineração.

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A CleanSpark e a mineração de Bitcoin
Na época, a CleanSpark era conhecida por microgrids e soluções de energia. Com Schucman à frente da operação de mineração, a empresa se transformou em uma das maiores companhias públicas de Bitcoin mining do mundo. Quem liderou essa virada operacional foi o brasileiro.
‘Estamos entrando na terceira era da mineração de Bitcoin’, disse Schucman em comunicado recente. ‘A primeira começou quando eu minerava na minha garagem na Califórnia, pagando tarifa residencial de energia. Agora, em 2026, acredito que estamos diante de uma nova fase: data centers off-grid construídos perto da geração de energia, onde pode ser possível produzir e utilizar energia a custos próximos de US$ 0,02 por kWh.’
O Brasil entra no jogo
Schucman também co-fundou a Minter, empresa americana focada em levar mineração de Bitcoin ao Brasil e recebeu investimento em rodada Série A da Itaú Ventures, braço de inovação do maior banco privado do país. O movimento sinaliza que o Brasil, com sua matriz energética diversificada e potencial renovável, pode ter papel relevante na próxima fase da mineração global.
A CS Digital Ventures e a Olenox Industries
Agora, sua empresa atual, a CS Digital Ventures, está no centro de uma proposta de fusão com a Olenox Industries (Nasdaq: OLOX), empresa americana de energia. A transação, anunciada em abril de 2026, prevê que os sócios da CS Digital recebam até US$ 50 milhões em ações preferenciais da Olenox. A plataforma combinada mira projetos off-grid de mineração e infraestrutura de computação para inteligência artificial, com meta de custo de energia abaixo de US$ 0,02 por kWh.
A CS Digital já opera 2,1 exahashes de capacidade de infraestrutura, com receita estimada de US$ 20,6 milhões e EBITDA de US$ 6,2 milhões em 2025.
Por que isso importa para o Brasil
O país historicamente ficou à margem da mineração mundial de Bitcoin. Estados Unidos, Rússia e Oriente Médio assumiram o protagonismo enquanto o Brasil assistia de fora. Schucman é a exceção: um brasileiro que não apenas acompanhou a indústria, ele a ajudou a construir, por dentro, durante mais de uma década, nos Estados Unidos.

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Sua trajetória mostra que o Brasil também produziu protagonistas globais em uma das indústrias mais importantes da economia digital. A diferença é que quase ninguém aqui sabe disso ainda.
Com a história de Bernardo Schucman, podemos ver que a mineração de Bitcoin é uma indústria em constante evolução, com novas tecnologias e estratégias surgindo a cada dia. O Brasil, com sua matriz energética diversificada e potencial renovável, pode ter um papel importante nessa indústria, e é importante que mais pessoas conheçam a história de Schucman e sua contribuição para a mineração de Bitcoin.
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