O mercado de derivativos de Bitcoin finalmente esfriou — e isso não é apenas um ajuste técnico. É um sinal psicológico. Depois de meses de alavancagem crescente, posições exageradas e traders apostando no “nunca cai”, o mercado entrou na fase mais desconfortável possível: silêncio, cautela e medo calculado.
Autor: Flavia Cardoso
O mercado cripto passou por outra semana frenética. Bitcoin caiu, reguladores apertaram, investidores fugiram do risco — mas a história mais curiosa não veio do preço. Veio do código.
A semana foi turbulenta — dólar mais forte, aversão ao risco global, queda brutal no mercado cripto e ruídos políticos no Brasil. Mesmo assim, América Latina fez algo que Wall Street ainda não entendeu: sobreviveu — e, em alguns casos, prosperou.
Em meio ao caos do mercado, enquanto traders entram em modo pânico e ETFs registram saídas recordes, um minerador solo provou que o protocolo Bitcoin ainda guarda espaço para lendas — e sorte absurda.
A capitalização total caiu 7,6% nas últimas 24 horas, ficando abaixo dos US$ 3 trilhões — agora em US$ 2,98 trilhões. Dos 100 maiores ativos do mercado, 99 estão no vermelho.
O mercado de memecoins desabou para o menor patamar de 2025. Mais de US$ 5 bilhões evaporaram em apenas 24 horas, derrubando o valor total do setor para US$ 39,4 bilhões, segundo CoinMarketCap.
O mercado cripto entrou em modo pânico nesta semana após a Strategy Inc., empresa liderada por Michael Saylor, negociar suas ações abaixo do valor líquido de seus Bitcoins pela primeira vez em dois anos — um evento raro e potencialmente significativo para o mercado.
O governo japonês anunciou planos para reduzir o imposto sobre transações e ganhos com criptomoedas de até 55% para uma taxa fixa de 20%, alinhando-o ao modelo tributário aplicado ao mercado de ações no país.
A Singapore Exchange (SGX) deu um passo estratégico rumo ao mercado global de ativos digitais e anunciou que lançará contratos futuros perpétuos de Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH) exclusivamente para investidores institucionais e credenciados.
A disputa global por supremacia em inteligência artificial ganhou um novo capítulo nesta semana. Grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos — incluindo Amazon e Microsoft — declararam apoio ao GAIN AI Act

