Wall Street intensifica sua presença no blockchain, com bancos tradicionais liderando investimentos e lançando stablecoins e tokens de ativos reais.
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Arkham revelou que o pool LuBian perdeu 127.426 BTC em 2020. O hacker ainda mantém a fortuna, agora avaliada em US$ 14,5 bilhões.
Kraken quer levantar US$ 500 milhões e estrear na bolsa em 2026, aproveitando bom desempenho e ambiente regulatório mais favorável.
A Tether emitiu US$8 bilhões em USDT em julho e ampliou sua dominância global, com mais de US$?160 bilhões em circulação no mercado.
Em julho, o Ibovespa caiu 4,17%, de 138.854,60 pontos em 30 de junho para 133.071,05 pontos em 31 de julho.
Mineradores solo voltam ao radar com blocos de Bitcoin vencidos mesmo em meio ao recorde de hashrate global. Eficiência e sorte fazem a diferença.
Após a divulgação pela Casa Branca do relatório do Grupo de Trabalho do Presidente sobre ativos digitais – o primeiro documento estratégico de políticas emitido sob a Ordem Executiva 14178, que orienta a criação de um marco nacional para ativos digitais…
Strategy registra o desempenho mais extraordinário da história de Wall Street, com lucro bilionário impulsionado pelo reconhecimento dos ganhos não realizados em Bitcoin.
A Metaplanet quer emitir US$ 3,6 bilhões em ações para comprar 210 mil BTC e consolidar sua posição como líder cripto institucional na Ásia.
Bitcoin recuou abaixo de US$114 mil e forçou a liquidação de mais de US$713 milhões em posições long. Apesar do susto, o interesse institucional segue forte, e empresas como Metaplanet, Strategy e MARA estão acumulando BTC de forma agressiva.

