O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou durante uma coletiva em Mar-a-Lago que os EUA assumiriam controle temporário da Venezuela após uma suposta operação militar que teria resultado na captura do presidente Nicolás Maduro.
Segundo Trump, a iniciativa teria como objetivo “estabilizar o país” e conduzir uma transição política “segura, apropriada e responsável”.
EUA falam em governo interino e transição política
Trump declarou que Washington permaneceria no comando do processo “até que seja possível realizar uma transição segura e sustentável”.
Ele afirmou que o governo americano não permitirá que membros do atual regime permaneçam no poder, alegando que isso apenas reproduziria a instabilidade política dos últimos anos.
Nenhum cronograma oficial para a devolução do poder às autoridades venezuelanas foi divulgado.
Plano econômico inclui petróleo e reconstrução de infraestrutura
Como parte do plano provisório, Trump afirmou que grandes empresas petrolíferas americanas entrariam na Venezuela para recuperar o que descreveu como “infraestrutura severamente danificada”, com o objetivo de restaurar a produção e gerar recursos para a recuperação econômica do país.
Sobre a liderança política futura, Trump disse que seu governo ainda avalia diferentes cenários e não confirmou apoio imediato à líder da oposição María Corina Machado nem ao candidato presidencial Edmundo González.
Ameaça de nova ação militar
Trump declarou que forças americanas permaneceriam em estado de alerta e que uma “segunda operação, maior e mais forte”, estaria preparada caso haja resistência interna ou interferência externa durante o processo de transição.
Destino de Maduro e reações internacionais
De acordo com as alegações apresentadas, Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, teriam sido transportados para fora da Venezuela e estariam a caminho de Nova York para enfrentar acusações de narcoterrorismo e crimes relacionados a armas, com audiência prevista para janeiro.
As supostas ações teriam provocado fortes reações internacionais:
- ONU, Rússia e China teriam condenado a operação como violação da soberania.
- O presidente da Argentina, Javier Milei, teria apoiado publicamente a medida.
Contexto e implicações
Se confirmadas, tais ações representariam uma das maiores intervenções diretas dos Estados Unidos na América Latina em décadas, com consequências profundas para a geopolítica, os mercados de energia e a estabilidade regional.
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