- CVM exige transparência climática e MOVA transforma mobilidade em dados auditáveis;
- Aplicativo conecta mobilidade, blockchain e compliance ESG e bonifica usuários por envio de dados;
- Usuários que compartilham dados serão recompensados em cripto ou serviços;
A partir de 2026, companhias abertas, securitizadoras e fundos de investimento serão obrigados a reportar dados de sustentabilidade no Brasil. Entre as informações que devem ser enviadas ao regulador estão, por exemplo, as auditorias sobre emissões de CO?.
Desde janeiro de 2024, o envio é voluntário, mas a partir deste ano, é obrigatório. Além de aumentar a transparência para o mercado financeiro, os investidores poderão comparar dados para impulsionar as finanças sustentáveis. As regras de como devem ser os relatórios de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade, foram publicadas pela CVM, na Resolução 193/2023.
Baseada em padrões internacionais do ISSB (International Sustainability Standards Board), a medida quer garantir mais transparência ESG no mercado de capitais brasileiro. Agora, a auditoria independente dos relatórios por auditores registrados na CVM, é mandatória.
Gatilho regulatório
Além da obrigatoriedade legal da CVM no Brasil, existe também o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM) da União Europeia (UE) que também exige a auditoria das emissões de Escopo 3 — emissões indiretas que ocorrem na cadeia de valor de uma empresa, como, por exemplo, as provenientes de logística e transporte.
Consequentemente, conforme definido por normas como o Protocolo de Gases de Efeito Estufa (GHG Protocol), estimativas simples em planilhas eletrônicas não são mais suficientes para o cumprimento das normas, criando uma demanda urgente e generalizada por dados climáticos verificáveis e validados na fonte.
Carbono RWA
Para Mova, solução que valida, captura e tokeniza dados de mobilidade, a transição global para a mobilidade sustentável não é um desafio de intenção, mas sim um problema crítico de integridade e acessibilidade de dados.
As mentes por trás da Mova acreditam que “embora governos, empresas e consumidores estejam alinhados quanto à necessidade de descarbonização e ambientes urbanos mais inteligentes, eles carecem de uma base de dados comum e confiável para mensurar o progresso, verificar alegações e construir sistemas eficientes.
O ecossistema atual é fragmentado, opaco e mal preparado para atender às demandas de um futuro orientado por dados.
Ciclo de valor autossustentável
Mas como garantir informações transparentes sobre redução das emissões de carbono no mundo? Algo tão incipiente, difícil de mensurar e analisar.
É aí que o aplicativo da Mova chega. Para os fundadores do protocolo, “O mercado ESG exige transparência, mas opera no escuro. A descarbonização global não é um problema de intenção; é um problema de dados.”
“Hoje as empresas isolam a inteligência em silos (Web2), obrigando o mercado a depender de estimativas imprecisas”, explica Antonio Farias, Diretor de Produtos da Mova.
Mova chega ao mercado em 20 de janeiro
Na prática, o App, que será lançado em 20 de janeiro, valida a mobilidade real da frota e da cadeia logística na blockchain, garantindo a veracidade do movimento e, ao mesmo tempo, a privacidade do usuário.
A infraestrutura da Mova transforma interações físicas em ativos digitais, gerando recompensas para quem se move e dados auditáveis para quem precisa de compliance.
Farias explica que “diferentemente de tokens especulativos, a economia do Mova é baseada em receita real; nossa infraestrutura física gera dados auditáveis que empresas compram, criando um fluxo contínuo de demanda e escassez.”
Assim, os créditos de carbono e de inteligência, por exemplo, são verificados e estão prontos para serem vendidos como tokens a empresas e governos. Desta forma, a receita das vendas é usada para recompra e queima do token MOVA no mercado, gerando escassez e valorização.
Como funciona o Mova?
A ideia é que carros, celulares e pontos de abastecimento de carros elétricos atuem como nós da rede para capturar dados de mobilidade e enviar para a blockchain. E, assim, transformar, por exemplo, o deslocamento diário em recompensas digitais.
“Transformamos cada quilômetro em inteligência auditável. A infraestrutura onde pessoas, veículos e energia se conectam com transparência total”, complementa um dos fundadores e diretor de crescimento, Augusto Letsch.
O app da Mova chega ao mercado com 1.200 usuários — que participaram do teste beta — e mais de um milhão de quilômetros percorridos.
App é gratuito e usuário recompensado
A MOVA chega no próximo dia 20 ao mercado conectando mobilidade, blockchain e compliance ESG. O app é gratuito e recompensa usuários que compartilham dados de mobilidade, transformando deslocamentos reais em créditos de carbono tokenizados (RWA). Na prática, basta se cadastrar e começar a acumular tokens.
No futuro, o usuário poderá trocar por criptomoedas como, por exemplo, Bitcoin, USDT e Solana e por serviços como seguro, mecânico, cargas para carros elétricos em pontos específicos, aluguel de veículos, etc.
“O lançamento acontece em um momento-chave: a CVM passa a exigir transparência climática, com dados auditáveis sobre emissões de CO?. A MOVA responde a esse desafio ao transformar mobilidade em dados verificáveis na blockchain, ajudando empresas a cumprir normas ESG e, ao mesmo tempo, bonificando quem gera esses dados”, pontua Augusto.
Demanda de mercado
O crescimento exponencial do mercado de veículos elétricos (VE), liderado por gigantes globais como BYD e GWM, está criando uma nova classe de usuários nativos digitais em rápida expansão.
Esses consumidores exigem e possibilitam maior conectividade em seus veículos, impulsionando a necessidade de uma nova infraestrutura de dados capaz de suportar serviços avançados, recompensar comportamentos sustentáveis e integrar-se perfeitamente ao ecossistema energético e urbano mais amplo.
Embora essas forças criem as condições ideais para um novo paradigma de dados, elas também revelam as falhas de mercado profundamente enraizadas que esse paradigma deve resolver.
De aplicação à infraestrutura global
Hoje o protocolo garante que quilômetros rodados virem créditos de carbono auditáveis (Carbono RWA) ou um smartphone pode se transformar em sensor de ganhos passivo
“O Protocolo Mova é a camada de infraestrutura crítica e descentralizada criada para fornecer essa base. Ao transformar cada smartphone em um nó de mobilidade e cada quilômetro em um ativo digital, a Mova está criando o primeiro ecossistema de dados verdadeiramente verificável para a mobilidade”, finaliza Letsch.
Mobilidade real, dados auditáveis e recompensas para o usuário. O futuro do compliance começa hoje.
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