A tão esperada altseason continua sendo um fantasma no horizonte do mercado cripto. Mesmo com novos produtos institucionais chegando — como ETFs de Solana, XRP e agora Dogecoin — o apetite institucional parece estagnado.
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Altcoins são criptomoedas alternativas ao Bitcoin, criadas para melhorar ou diversificar o ecossistema financeiro digital. Essas moedas oferecem soluções inovadoras e diferentes funcionalidades, como contratos inteligentes, maior privacidade ou transações mais rápidas. Algumas das altcoins mais conhecidas incluem Ethereum, Litecoin, Cardano e Ripple. Elas desempenham um papel essencial no mercado de criptomoedas, impulsionando o desenvolvimento de novas tecnologias e expandindo as possibilidades de uso do blockchain. Para investidores, as altcoins representam oportunidades de diversificação e crescimento no mercado de criptoativos.
Depois de meses de hype, threads inflamadas no X e previsões otimistas de analistas, o primeiro ETF spot de Dogecoin (GDOG) finalmente estreou nas bolsas reguladas dos Estados Unidos. Mas o resultado não foi histórico — foi um banho gelado de realidade.
O mercado de criptomoedas continua em forte expansão no país, impulsionado pela busca de diversificação de investimentos e pelo avanço da regulação.
Chiliz Chain, a blockchain líder mundial para a indústria de esportes e entretenimento e Assetera, plataforma pioneira de negociação e rede de distribuição de títulos e ativos do mundo real (RWAs) on-chain regulamentada pela UE
O preço do Bitcoin atingiu a mínima de US$ 80.600 na última sexta-feira (21). Este valor não era visto desde abril deste ano. Após atingir essa faixa de preço, o Bitcoin iniciou um movimento corretivo o qual levou o preço do ativo atingir, até o momento desta publicação, a máxima de US$ 88.127.
O mercado cripto passou por outra semana frenética. Bitcoin caiu, reguladores apertaram, investidores fugiram do risco — mas a história mais curiosa não veio do preço. Veio do código.
A semana foi turbulenta — dólar mais forte, aversão ao risco global, queda brutal no mercado cripto e ruídos políticos no Brasil. Mesmo assim, América Latina fez algo que Wall Street ainda não entendeu: sobreviveu — e, em alguns casos, prosperou.
Após atingir a máxima de US$ 107.500 no dia 10 de novembro, o preço do Bitcoin iniciou um forte movimento de baixa, o qual ganhou tração nos dias subsequentes.
A capitalização total caiu 7,6% nas últimas 24 horas, ficando abaixo dos US$ 3 trilhões — agora em US$ 2,98 trilhões. Dos 100 maiores ativos do mercado, 99 estão no vermelho.
O mercado de memecoins desabou para o menor patamar de 2025. Mais de US$ 5 bilhões evaporaram em apenas 24 horas, derrubando o valor total do setor para US$ 39,4 bilhões, segundo CoinMarketCap.
Novas integrações reforçam a rede como principal infraestrutura para pagamentos onchain, autocustódia e stablecoins em escala global
O Brasil deu um passo decisivo para a maturação do seu mercado de ativos virtuais, as criptomoedas, com a publicação, pelo Banco Central, das Resoluções nº 519, 520 e 521, em 10 de novembro de 2025.
Integração habilita classes de cotas tokenizadas em infraestrutura pública compatível com Ethereum e acelera a digitalização dos mercados de capitais
Após atingir a máxima de US$ 107.500 no dia 10 de novembro, o preço do Bitcoin recuou e atingiu a mínima de US$ 93.005 ontem (16), este valor não era visto desde abril deste ano.
Após atingir a máxima de US$ 107.500 em uma possível captura de liquidez na última segunda-feira (10), o preço do Bitcoin recuou e atingiu a mínima de US$ 100.813 ontem (12).
O mercado de criptomoedas continua em forte expansão no país, impulsionado pela busca de diversificação de investimentos e pelo avanço da regulação. Entre os ativos digitais mais relevantes estão Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), stablecoins (como USDT e USDC) e redes emergentes como Solana, Polygon e Avalanche.
Crescimento em pagamentos, expansão global e reconhecimento da Messari reforçam protocolo como infraestrutura blockchain para a nova economia digital
Nova norma cria categoria específica de prestadoras de serviços, reforça regras de governança e aproxima o Brasil das práticas internacionais de regulação financeira
Após atingir a mínima de US$ 98.944 no dia 04 de novembro, o preço do Bitcoin iniciou um movimento de lateralização de fundo, sugerindo uma possível acumulação.
Pedro Xavier, CEO da Mannah, analisa que falta de clareza na regulação e pouco diálogo com o setor tem feito empresas e investidores migrarem para outros países emergentes da América do Sul como Chile e Uruguai
As declarações e análises a seguir são do advogado e empresário Dr. Tiago Juvêncio, especialista em Direito Tributário e Inovação Financeira.
Na última terça-feira (4) o preço do Bitcoin iniciou um movimento de queda e atingiu a mínima de US$ 98.944.
O investidor e CEO da Real Vision, Raoul Pal, voltou a demonstrar otimismo em relação ao futuro do mercado cripto, mesmo após a recente onda de liquidações e queda generalizada.
Outubro trouxe o primeiro grande teste de estresse do quarto trimestre de 2025. O flash crash do dia 10 expôs o excesso de alavancagem, funcionou como um reset do mercado e teve três efeitos imediatos: eliminou posições frágeis, redistribuiu risco e criou novas oportunidades para os investidores mais pacientes.
O preço do Bitcoin iniciou um movimento de baixa no último domingo (02), o qual levou a principal criptomoeda do mercado atingir, até o momento desta publicação, a mínima de US$ 103.605.
Após atingir a máxima de US$ 116.400 na última segunda-feira (27), o preço do Bitcoin recuou e atingiu a mínima, até o momento desta publicação, de US$ 107.925.
À medida que Bitcoin (BTC) e Ether (ETH) ganham impulso enquanto o ouro recua, os mercados demonstram claramente um retorno ao modo “risk-on”.
O partido do presidente Javier Milei venceu as eleições legislativas da Argentina neste domingo (26), garantindo mais assentos no Congresso.
Gostaríamos de compartilhar o comentário de Yoandris Rives Rodríguez, Gerente Regional para a América Latina na B2BinPay, que acompanha de perto as tendências do mercado cripto na região e destaca o papel único da América Latina na transição para um uso e integração mais amplos das criptomoedas.
Após atingir a mínima de US$ 106.666 no dia 22 de outubro, o preço do Bitcoin encontrou demanda compradora, a qual fez o preço do ativo voltar a ser negociado, até o momento desta publicação, por US$ 112.104.






























