O Bitcoin tem sido adotado por empresas e investidores como reserva de valor e forma de diversificação, reforçando sua adoção institucional.
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Altcoins são criptomoedas alternativas ao Bitcoin, criadas para melhorar ou diversificar o ecossistema financeiro digital. Essas moedas oferecem soluções inovadoras e diferentes funcionalidades, como contratos inteligentes, maior privacidade ou transações mais rápidas. Algumas das altcoins mais conhecidas incluem Ethereum, Litecoin, Cardano e Ripple. Elas desempenham um papel essencial no mercado de criptomoedas, impulsionando o desenvolvimento de novas tecnologias e expandindo as possibilidades de uso do blockchain. Para investidores, as altcoins representam oportunidades de diversificação e crescimento no mercado de criptoativos.
O ano de 2026 começou com turbulências políticas nos mercados latino-americanos. As últimas notícias sobre a situação na Venezuela aumentaram ainda mais a volatilidade da região, fazendo com que as criptomoedas se tornassem uma tábua de salvação em meio a esse caos econômico e às transformações políticas.
O Morgan Stanley apresentou nesta terça-feira (06) à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC), um pedido para registrar os primeiros ETFs cripto da instituição.
O mercado de criptomoedas passou por mais um ano de amadurecimento em 2025. Depois de ciclos marcados por euforia e correções abruptas, o setor avançou em direção a uma fase mais institucional, regulada e integrada ao sistema financeiro global.
A stablecoin USD1, da World Liberty Financial, vem se consolidando rapidamente como uma das principais fontes de liquidez ativa no ecossistema cripto, especialmente na rede Solana.
Após atingir a mínima de US$ 87.250 na útil quinta-feira (31 de dezembro) o preço do Bitcoin iniciou um movimento de alta que ganhou tração no domingo (04) e atingiu, até o momento desta publicação, a máxima de US$ 93.388.
Queda do Bitcoin e retração global refletem fuga de risco, pressão macroeconômica e incerteza regulatória internacional
Relatório do MB | Mercado Bitcoin aponta que as stablecoins podem chegar a meio trilhão de dólares, os ativos tokenizados devem crescer 200% e a relação entre Bitcoin e ouro tende a bater recorde
Após atingir a mínima de US$ 84.450 no dia 18 de dezembro, o Bitcoin iniciou um movimento de lateralização entre as faixas de preço de US$ 86.850 e US$ 89.400. Este movimento pode sugerir uma possível acumulação de fundo.
Dezembro foi um mês de consolidação para o Bitcoin. O preço oscilou dentro de uma faixa relativamente estreita para os padrões do ativo, com mínima em US$ 83.822 e máxima em US$ 94.588, uma variação de 12,8% no período.

