Após atingir a mínima de US$ 84.450 na última quinta-feira (18), o preço do Bitcoin encontrou demanda compradora, a qual fez a principal criptomoeda do mercado atingir, até o momento desta publicação, a máxima de US$ 89.908.
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Altcoins são criptomoedas alternativas ao Bitcoin, criadas para melhorar ou diversificar o ecossistema financeiro digital. Essas moedas oferecem soluções inovadoras e diferentes funcionalidades, como contratos inteligentes, maior privacidade ou transações mais rápidas. Algumas das altcoins mais conhecidas incluem Ethereum, Litecoin, Cardano e Ripple. Elas desempenham um papel essencial no mercado de criptomoedas, impulsionando o desenvolvimento de novas tecnologias e expandindo as possibilidades de uso do blockchain. Para investidores, as altcoins representam oportunidades de diversificação e crescimento no mercado de criptoativos.
A narrativa do rally de Natal no mercado cripto se apoia em episódios históricos pontuais, mas não encontra sustentação consistente quando observados os dados mais recentes.
O Raio-X do Investidor de Ativos Digitais, produzido pela plataforma, traça um panorama do setor ao longo do ano e destaca o crescimento de stablecoins e da renda fixa digital
Relatório global revela concentração recorde de grandes ataques, avanço de golpes contra carteiras pessoais e novas táticas de lavagem de recursos por hackers ligados à Coreia do Norte
Após a divulgação de dados macroeconômicos ontem (17), o preço do Bitcoin atingiu a máxima de US$ 90.630, no entanto rapidamente o preço voltou a cair e atingiu a mínima de, até o momento desta publicação, US$ 85.314.
Ao olharmos para 2026, vemos que o setor de ativos digitais está entrando em uma nova fase crucial. O setor é definido não apenas pelo crescimento, mas também por uma integração mais profunda ao sistema financeiro global e por uma dinâmica de mercado em amadurecimento.
Após atingir a máxima de US$ 94.476 na última quarta-feira (10), o preço do Bitcoin iniciou um movimento de baixa, o qual levou o preço da principal criptomoeda do mercado atingir, até o momento desta publicação, a mínima de US$ 87.557.
O preço do Bitcoin atingiu a máxima de US$ 94.476 ontem (10), contudo, essa faixa de preço trata-se de uma resistência extremamente forte que fez com que a principal criptomoeda do mercado recuasse e atingisse a mínima de US$ 89.402 até o momento desta publicação.
A Aragon anunciou em 5 de novembro a criação da Ethereum Protocol Advocacy Alliance (EPAA), iniciativa formada em parceria com alguns dos principais times do ecossistema Ethereum, incluindo Aave, Curve, Lido, The Graph, Spark e Uniswap.
De olho em um mercado valioso de US$ 3,1 trilhões, a Kalshi, escolheu a Solana para tokenizar as previsões dos usuários da plataforma. E assim conquistar mais clientes que pagam com criptomoedas e apostam via blockchain.
Tony, criador do canal JRNY Crypto, voltou a chamar atenção do mercado ao afirmar que o atual ciclo do Bitcoin parece calmo na superfície, mas revela uma mudança estrutural profunda nos bastidores.
Conteúdos sobre cripto e blockchain passam a integrar o Programa de Educação Continuada para assessores de investimentos
Nos últimos dias uma das manchetes que invadiu o noticiário foi a da bilionária Luana Lopes Lara. A brasileira de 29 anos e o sócio, Tarek Mansour com a mesma idade estão por trás da Kalshi. Uma empresa que atua no mercado de previsões, avaliada em US$ 11 bilhões.
Após um novembro de forte pressão vendedora, analistas veem melhora gradual do cenário macro e destacam BTC, ETH, SOL, LINK, ONDO, HYPE e PAXG como ativos para acompanhar no fim do ano
Queda do Bitcoin e retração global refletem fuga de risco, pressão macroeconômica e incerteza regulatória internacional
Após atingir a mínima de US$ 80.600 no dia 21 de novembro, o preço do Bitcoin iniciou um movimento corretivo de alta e atingiu, até o momento desta publicação, a máxima de US$ 94.150. Essa faixa de preço trata-se de uma região de resistência.
A edição 2025 da Blockchain Conference Brasil, realizada nos dias 28 e 29 de novembro no Expo Center Norte, consolidou o Brasil como um dos protagonistas globais da revolução blockchain, reunindo governos, empresas, investidores, desenvolvedores e entusiastas da indústria cripto.
Em constante evolução e sempre pensando em democratizar o acesso a novos tokens, executivo do Grupo Braza ressalta o funcionamento do airdrop de cripto para o mercado
Após o preço do Bitcoin atingir a máxima de US$ 93.092 na última sexta-feira (28), a principal criptomoeda iniciou o mês de dezembro com uma queda, até o momento desta publicação, de 8.04% ao atingir a mínima de US$ 85.604.
Ethereum acaba de dar um passo técnico estratégico — e o mercado está tentando interpretar o sinal. Com o aumento do limite de gás por bloco e o Fusaka Upgrade prestes a entrar em operação, a rede se prepara para absorver mais demanda, mais aplicações e mais volume.
Após atingir a mínima de US$ 80.600 na última sexta-feira (21), o Bitcoin encontrou demanda compradora, a qual impulsionou o preço da principal criptomoeda do mercado para os US$ 91.950 até o momento desta publicação.
A tão esperada altseason continua sendo um fantasma no horizonte do mercado cripto. Mesmo com novos produtos institucionais chegando — como ETFs de Solana, XRP e agora Dogecoin — o apetite institucional parece estagnado.
Depois de meses de hype, threads inflamadas no X e previsões otimistas de analistas, o primeiro ETF spot de Dogecoin (GDOG) finalmente estreou nas bolsas reguladas dos Estados Unidos. Mas o resultado não foi histórico — foi um banho gelado de realidade.
O mercado de criptomoedas continua em forte expansão no país, impulsionado pela busca de diversificação de investimentos e pelo avanço da regulação.
Chiliz Chain, a blockchain líder mundial para a indústria de esportes e entretenimento e Assetera, plataforma pioneira de negociação e rede de distribuição de títulos e ativos do mundo real (RWAs) on-chain regulamentada pela UE
O preço do Bitcoin atingiu a mínima de US$ 80.600 na última sexta-feira (21). Este valor não era visto desde abril deste ano. Após atingir essa faixa de preço, o Bitcoin iniciou um movimento corretivo o qual levou o preço do ativo atingir, até o momento desta publicação, a máxima de US$ 88.127.
O mercado cripto passou por outra semana frenética. Bitcoin caiu, reguladores apertaram, investidores fugiram do risco — mas a história mais curiosa não veio do preço. Veio do código.
A semana foi turbulenta — dólar mais forte, aversão ao risco global, queda brutal no mercado cripto e ruídos políticos no Brasil. Mesmo assim, América Latina fez algo que Wall Street ainda não entendeu: sobreviveu — e, em alguns casos, prosperou.
Após atingir a máxima de US$ 107.500 no dia 10 de novembro, o preço do Bitcoin iniciou um forte movimento de baixa, o qual ganhou tração nos dias subsequentes.
A capitalização total caiu 7,6% nas últimas 24 horas, ficando abaixo dos US$ 3 trilhões — agora em US$ 2,98 trilhões. Dos 100 maiores ativos do mercado, 99 estão no vermelho.































