Rússia lança futuros de Bitcoin na Bolsa de Moscou, permitindo exposição institucional ao criptoativo com liquidação em rublos.
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Liberdade e descentralização são elementos pertinentes ao Bitcoin, tornando-o um dinheiro eletrônico muito demandado. Todo o processo de emissão ou, como é chamado neste caso, mineração, é feito online por meio de computadores superpotentes.
Depois de semanas consecutivas de alta, o Bitcoin finalmente cedeu à pressão vendedora. A maior criptomoeda do mercado, que recentemente rompeu seu topo histórico e alcançou a região dos 112 mil dólares, iniciou um movimento corretivo já antecipado por muitos analistas.
Maio de 2025 marcou uma nova fase para o Bitcoin, consolidando seu papel como um dos ativos mais relevantes do cenário financeiro global.
Em uma revelação bombástica, pesquisadores anônimos afirmaram ter identificado mais 70.816 BTC que pertencem à MicroStrategy, elevando o total de participações conhecidas da empresa para impressionantes $54,5 bilhões. De acordo com os responsáveis pela investigação:
O preço do Bitcoin sofreu uma queda acentuada, atingindo cerca de US$ 103.700 nas últimas horas. No momento desta notícia, o BTC já apresentou uma leve recuperação, sendo negociado em torno de US$ 104.100.
Após atingir a máxima de US$ 111.980 o preço do Bitcoin iniciou uma lateralização de topo entre as faixas de preços de US$ 106.735 e US$ 110.720.
O Bitcoin registrou, nesta quarta-feira (22), sua maior cotação de todos os tempos, alcançando impressionantes US$ 111.878 durante as negociações da madrugada.
A Gamestop Corp. (NYSE: GME), tradicional varejista norte-americana de videogames e eletrônicos, surpreendeu o mercado ao anunciar a compra de 4.710 bitcoins, marcando mais um capítulo em sua ousada transição rumo ao universo dos ativos digitais.
Após semanas de forte valorização, o Bitcoin finalmente superou seu topo histórico e chegou a ser negociado a US$ 112 mil. Essa nova máxima é significativa não apenas pelo número, mas também pelo contexto em que ela ocorreu
Após atingir a máxima de US$ 111.980 na última quinta-feira (22), o preço do Bitcoin recuou e voltou a ser negociado por US$ 106.600, ou seja, uma desvalorização de -4.80% entre os dois valores.
Em 22 de maio de 2010, Laszlo Hanyecz comprou duas pizzas por 10.000 Bitcoins. Na época, parecia uma experiência excêntrica de um entusiasta da tecnologia.
Segundo análise do MB | Mercado Bitcoin, o recorde marca uma virada estrutural: maior presença institucional, liquidez global em alta e fundamentos mais sólidos sustentam o novo topo histórico
O Bitcoin iniciou a semana rompendo os US$ 107 mil, atingindo níveis que não eram vistos desde janeiro, mas rapidamente devolveu boa parte dessa alta ao recuar para próximo dos US$ 102 mil.
O preço do Bitcoin atingiu a máxima de US$ 107.108 no último domingo (18), este valor não era revisitado desde janeiro de 2025.
Desde seu lançamento, em abril de 2024, já foram mais de 41 milhões de contratos negociados, segundo a plataforma DataWise+
Após atingir a máxima de US$ 105.819 no dia 12 de maio, o preço do Bitcoin iniciou um período de lateralização de topo que, no curto prazo, pode caracterizar uma distribuição a fim de realizar o movimento corretivo de toda alta acumulada dos últimos 30 dias.
No início de abril, o Bitcoin caiu para US$ 74.500 em meio à escalada das tensões tarifárias nos EUA.
O mercado de criptomoedas inicia a semana em forte alta, impulsionado por uma sequência de acontecimentos geopolíticos e econômicos que renovaram o otimismo dos investidores.
Desde a sua criação em 2009, o Bitcoin revolucionou o setor financeiro, oferecendo uma alternativa descentralizada ao sistema bancário tradicional.
O regresso do preço do Bitcoin acima da marca dos 100.000 dólares é um pouco como “voltar para casa” para o mercado, porque existe um consenso bastante generalizado na indústria de que o valor de um Bitcoin já está acima dos seis dígitos…
O mercado de criptomoedas teve um desempenho expressivo em abril, com uma valorização de 9,9% na capitalização total, revertendo a queda registrada no mês anterior.
O mercado de criptomoedas teve um forte desempenho em abril, com uma valorização de 9,9% na capitalização total, recuperando-se da queda do mês anterior.
Mesmo com volatilidade em tokens especulativos ligados a Donald Trump, o Bitcoin mantém trajetória de alta e volta a se aproximar de seus recordes históricos.
O Bitcoin iniciou a semana em movimento corretivo, após atingir a região de US$ 95 a US$ 100 mil, área que já era sinalizada como resistência e zona estratégica de realização de lucros.
Neste mês de abril, o mercado cripto atinge um marco simbólico: faz exatamente um ano desde o último halving do Bitcoin, evento que tradicionalmente marca uma nova fase de valorização para o ativo.
Após atingir a máxima de US$ 97.895 na última sexta-feira (02), o preço do Bitcoin recuou -4.47% e voltou a ser negociado, até o momento desta publicação, por 93.514.
O preço do Bitcoin atingiu a máxima de US$ 97.424 na última quinta-feira (01). Este valor não era revisitado desde fevereiro de 2025.
O Bitcoin iniciou a semana testando a resistência dos 95 mil dólares, um nível que tem se mostrado desafiador para a continuidade do movimento de alta.
Na última sexta-feira (25), o preço do Bitcoin atingiu a resistência comentada em nossa análise anterior, na faixa de preço de US$ 95.580, e em seguida, o preço do ativo desvalorizou -2.88%, atingindo a mínima de US$ 92.800 no domingo (27).
Superando os US$ 94 mil, o Bitcoin dá um passo definitivo para consolidar sua posição como reserva de valor mundial.































