O mercado cripto inicia a semana em clima de otimismo após o Bitcoin registrar o maior fechamento semanal da sua história, mantendo-se acima dos US$ 109 mil.
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Liberdade e descentralização são elementos pertinentes ao Bitcoin, tornando-o um dinheiro eletrônico muito demandado. Todo o processo de emissão ou, como é chamado neste caso, mineração, é feito online por meio de computadores superpotentes.
O Bitcoin permanece travado em uma faixa de consolidação apertada, entre US$ 100 mil e US$ 110 mil, à medida que o mercado busca um catalisador decisivo para retomar tendência clara.
Bitcoin em junho: oscilou devido a tensões Israel-Irã, caindo de US$ 105k para US$ 98,2k e subindo a quase US$ 108k após cessar-fogo. Juros estáveis do Fed e incertezas EUA-China influenciaram o mercado.
Em tempos de paz, é fácil confiar em bancos, governos e moedas nacionais. As transações fluem, os saques são permitidos, o crédito gira e o sistema financeiro parece sólido.
Na última quinta-feira (03), os dados do Payroll vieram mistos, mas com sinais de enfraquecimento da economia: o crescimento dos salários desacelerou (0,2%), o desemprego subiu para 4,1% e os índices de atividade caíram.
Após o preço do Bitcoin romper para baixo a lateralização secundária em que vinha trabalhando desde 25 de junho, a principal criptomoeda do mercado atingiu, precisamente, o suporte comentado em nossa análise anterior, na faixa de preço de US$ 105.500.
Uma lição valiosa reacendeu o debate sobre segurança digital nesta semana, quando John Galt, um antigo usuário do fórum Bitcointalk, compartilhou sua experiência com uma das lendárias barras físicas da Casascius, contendo 100 BTC.
A GameStop, famosa pelo fenômeno das ações “meme stocks”, está agora pronta para mergulhar de cabeça no universo Bitcoin.
O Bitcoin (BTC) segue firme em uma fase de consolidação, oscilando entre US$ 100 mil e US$ 110 mil, depois de acumular uma alta expressiva de quase 50% desde a mínima registrada em abril, em US$ 74.634.
O preço do Bitcoin segue trabalhando dentro da lateralização entre as faixas de preços de US$ 108.750 e US$ 106.400 desde o dia 25 de junho.
O Bitcoin (BTC) atingiu recentemente uma nova máxima histórica, ultrapassando os US$ 111.880. Após essa forte valorização, entrou em uma fase de consolidação considerada saudável.
A Bybit, segunda maior exchange de criptomoedas do mundo, divulgou um novo relatório que revela mudanças importantes no comportamento de investidores de ativos digitais no primeiro semestre de 2025.
enquanto mercados globais — commodities e ações — enfrentam forte volatilidade devido às tensões no Oriente Médio, o Bitcoin demonstra resistência.
Enquanto o preço do BTC mostra força diante das tensões geopolíticas, dados on-chain revelam sinais de alerta típicos de ciclos em estágio avançado.
A semana começa com o Bitcoin recuperando terreno e voltando a operar acima dos US$106 mil, após ter perdido brevemente o suporte psicológico dos US$100 mil no final de semana.
O Bitcoin voltou a sentir o peso da recente tensão geopolítica, com os preços recuando fortemente após as declarações oficiais que confirmam o envolvimento direto dos EUA em ações militares na região do Oriente Médio.
Um gráfico compartilhado pelo Bitcoin Magazine Pro destaca um sinal crítico vindo de um dos indicadores de tendência de longo prazo mais importantes do Bitcoin: a média móvel de 200 semanas (200WMA).
O Bitcoin é uma das maiores forças econômicas do planeta. Recentemente, em plena comemoração do Bitcoin Pizza Day, o ativo atingiu US$ 111.980 e ultrapassou os US$ 2 trilhões em valor de mercado, voltando ao posto de quinto maior ativo do mundo.
Diante de um cenário global tenso, o Bitcoin inicia a semana com forte resiliência e mantém sua trajetória de alta. A criptomoeda se sustenta acima da região dos 100 mil dólares, mesmo após o aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Gigante bancária valida os ativos digitais enquanto players como a Futokens pavimentam o caminho da Web3 com segurança e autonomia
O Bitcoin recentemente ultrapassou seu topo histórico, marcando a nova ATH em US$ 111.980 e rapidamente corrigiu para 103 mil.
O Bitcoin começou a semana com forte valorização, superando os 108 mil dólares após ter sido duramente pressionado no final da semana passada, quando chegou a testar a região dos 100 mil dólares e causou a liquidação de mais de 2 bilhões de dólares em posições compradas.
Após o preço do Bitcoin atingir a mínima de US$ 100.372 no dia 05 de junho, a principal criptomoeda do mercado retomou a alta e atingiu no último domingo (08) a máxima de US$ 106.488, ou seja, uma valorização de +6% entre os valores.
Com apenas R$ 10 por mês, é possível começar a investir em criptomoedas e transformar reservas paradas em potencial de valorização
O Bitcoin (BTC) está passando por uma fase de consolidação de preço que levanta sérias dúvidas sobre a capacidade do suporte em US$ 100.000 se manter firme.
Rússia lança futuros de Bitcoin na Bolsa de Moscou, permitindo exposição institucional ao criptoativo com liquidação em rublos.
Depois de semanas consecutivas de alta, o Bitcoin finalmente cedeu à pressão vendedora. A maior criptomoeda do mercado, que recentemente rompeu seu topo histórico e alcançou a região dos 112 mil dólares, iniciou um movimento corretivo já antecipado por muitos analistas.
Maio de 2025 marcou uma nova fase para o Bitcoin, consolidando seu papel como um dos ativos mais relevantes do cenário financeiro global.
Em uma revelação bombástica, pesquisadores anônimos afirmaram ter identificado mais 70.816 BTC que pertencem à MicroStrategy, elevando o total de participações conhecidas da empresa para impressionantes $54,5 bilhões. De acordo com os responsáveis pela investigação:
O preço do Bitcoin sofreu uma queda acentuada, atingindo cerca de US$ 103.700 nas últimas horas. No momento desta notícia, o BTC já apresentou uma leve recuperação, sendo negociado em torno de US$ 104.100.

