O mercado de criptomoedas iniciou agosto com forte instabilidade, após uma sequência de eventos políticos e econômicos nos Estados Unidos que reacenderam os temores sobre manipulação institucional e interferência na política monetária.
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Liberdade e descentralização são elementos pertinentes ao Bitcoin, tornando-o um dinheiro eletrônico muito demandado. Todo o processo de emissão ou, como é chamado neste caso, mineração, é feito online por meio de computadores superpotentes.
A maior gestora de ativos do mundo está prestes a reescrever a história dos ETFs de cripto. O IBIT, fundo spot de Bitcoin da BlackRock, ultrapassou US$ 84 bilhões em ativos sob gestão, com entradas de US$ 5,18 bilhões apenas no último mês.
Arkham revelou que o pool LuBian perdeu 127.426 BTC em 2020. O hacker ainda mantém a fortuna, agora avaliada em US$ 14,5 bilhões.
Mineradores solo voltam ao radar com blocos de Bitcoin vencidos mesmo em meio ao recorde de hashrate global. Eficiência e sorte fazem a diferença.
Strategy registra o desempenho mais extraordinário da história de Wall Street, com lucro bilionário impulsionado pelo reconhecimento dos ganhos não realizados em Bitcoin.
A Metaplanet quer emitir US$ 3,6 bilhões em ações para comprar 210 mil BTC e consolidar sua posição como líder cripto institucional na Ásia.
Bitcoin recuou abaixo de US$114 mil e forçou a liquidação de mais de US$713 milhões em posições long. Apesar do susto, o interesse institucional segue forte, e empresas como Metaplanet, Strategy e MARA estão acumulando BTC de forma agressiva.
A Coinbase, maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos, surpreendeu o mercado nesta quarta-feira (31) ao divulgar a compra de 2.509 BTC no segundo trimestre de 2025, totalizando cerca de US$ 222 milhões em aquisições.
Strategy lucra US$ 10 bilhões no trimestre e lança oferta de US$ 4,2 bi em ações STRC para comprar ainda mais Bitcoin, inovando no mercado financeiro.
Após ter atingindo a mínima de US$ 114.723 na última sexta-feira (25), o preço do Bitcoin retomou a alta e valorizou 4.40% ao atingir a máxima de US$ 119.766 ontem (27).
Bitcoin e Energia — Enquanto boa parte do mundo ainda debate o impacto ambiental do Bitcoin, o Butão silenciosamente mostrou um caminho: transformar excedente de energia renovável em reservas estratégicas de BTC, sem gastar dinheiro público.
Após atingir a mínima de US$ 115.735 no dia 15 de julho, o preço do Bitcoin retomou a alta e atingiu a máxima de US$ 120.998 ontem (17), uma valorização de +4% entre os valores.
Um dos pilares da estratégia de muitos investidores cripto sempre foi o ciclo de 4 anos do Bitcoin — uma narrativa construída em torno dos halvings, que supostamente impulsionam a alta do BTC e, em seguida, alimentam uma temporada de alta generalizada nos altcoins.
O Irã anunciou recentemente a possibilidade de fechar o Estreito de Ormuz, região estratégica por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo.
O Bitcoin iniciou a semana renovando seu topo histórico ao romper a barreira dos US$112 mil e atingir uma nova máxima nos US$123 mil — o maior fechamento semanal da história da criptomoeda.
A principal criptomoeda do mercado atingiu US$ 123.200, o dobro do valor de um ano atrás. Desde o ponto mais baixo do ciclo, em novembro de 2022, sua valoração aumentou seis vezes.
O Bitcoin vive um momento histórico. Após sucessivas altas, a criptomoeda ultrapassou US$ 123.000, marcando um novo patamar no ciclo de valorização.
A MEXC, uma das principais exchanges globais de criptomoedas, reafirma sua força financeira e compromisso com a transparência ao divulgar sua mais recente auditoria bimestral de Prova de Reservas (Proof of Reserve – POR), referente a junho de 2025.
O mercado cripto inicia a semana em clima de otimismo após o Bitcoin registrar o maior fechamento semanal da sua história, mantendo-se acima dos US$ 109 mil.
O Bitcoin permanece travado em uma faixa de consolidação apertada, entre US$ 100 mil e US$ 110 mil, à medida que o mercado busca um catalisador decisivo para retomar tendência clara.
Bitcoin em junho: oscilou devido a tensões Israel-Irã, caindo de US$ 105k para US$ 98,2k e subindo a quase US$ 108k após cessar-fogo. Juros estáveis do Fed e incertezas EUA-China influenciaram o mercado.
Em tempos de paz, é fácil confiar em bancos, governos e moedas nacionais. As transações fluem, os saques são permitidos, o crédito gira e o sistema financeiro parece sólido.
Na última quinta-feira (03), os dados do Payroll vieram mistos, mas com sinais de enfraquecimento da economia: o crescimento dos salários desacelerou (0,2%), o desemprego subiu para 4,1% e os índices de atividade caíram.
Após o preço do Bitcoin romper para baixo a lateralização secundária em que vinha trabalhando desde 25 de junho, a principal criptomoeda do mercado atingiu, precisamente, o suporte comentado em nossa análise anterior, na faixa de preço de US$ 105.500.
Uma lição valiosa reacendeu o debate sobre segurança digital nesta semana, quando John Galt, um antigo usuário do fórum Bitcointalk, compartilhou sua experiência com uma das lendárias barras físicas da Casascius, contendo 100 BTC.
A GameStop, famosa pelo fenômeno das ações “meme stocks”, está agora pronta para mergulhar de cabeça no universo Bitcoin.
O Bitcoin (BTC) segue firme em uma fase de consolidação, oscilando entre US$ 100 mil e US$ 110 mil, depois de acumular uma alta expressiva de quase 50% desde a mínima registrada em abril, em US$ 74.634.
O preço do Bitcoin segue trabalhando dentro da lateralização entre as faixas de preços de US$ 108.750 e US$ 106.400 desde o dia 25 de junho.
O Bitcoin (BTC) atingiu recentemente uma nova máxima histórica, ultrapassando os US$ 111.880. Após essa forte valorização, entrou em uma fase de consolidação considerada saudável.
A Bybit, segunda maior exchange de criptomoedas do mundo, divulgou um novo relatório que revela mudanças importantes no comportamento de investidores de ativos digitais no primeiro semestre de 2025.































