Durante a última semana, o debate sobre criptomoedas na América Latina esteve menos focado em oscilações de preço e mais no contexto estrutural que sustenta a adoção do setor.
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A economia é o conjunto destes mercados, onde podemos encontrar agentes econômicos, como consumidores, investidores, empreendedores e seus setores. Como os mercados são ligados entre si, é importante saber o quão saudável é uma economia.
A Bitget, a maior corretora universal do mundo (UEX, na sigla em inglês), anuncia resultados expressivos apenas uma semana após o lançamento de sua suíte TradFi, que permite aos usuários operar ativos do mercado tradicional em formato digital.
A Binance divulgou a edição de janeiro do Monthly Market Insights, relatório que analisa os principais movimentos dos mercados globais e do ecossistema cripto.
O início de 2026 continua a redefinir o panorama financeiro da América Latina, e as criptomoedas estão se tornando uma fonte de apoio em meio às pressões macroeconômicas.
Nesta semana, os mercados latino-americanos demonstraram forte resiliência, conseguindo superar choques globais e encerrar o período com um desempenho sólido tanto nos mercados acionários quanto no mercado de criptomoedas.
A recente intervenção militar dos EUA na Venezuela colocou no centro do debate global a desdolarização e o papel do Bitcoin como reserva estratégica.
No ranking dos melhores investimentos de 2025, o ouro e a prata, metais preciosos, se destacaram e alcançaram as primeiras posições. O ouro encerrou o ano com alta de 66% e a prata alcançou uma surpreendente marca, com uma alta de 148%.
A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 68,3 bilhões em 2025, ainda que com recuo de 7,9% em relação ao ano anterior. A principal explicação para essa redução foi o avanço das importações, que cresceram 6,66% na comparação anual.
O mercado de ETFs de criptomoedas nos Estados Unidos alcançou um novo marco histórico. O volume acumulado de negociação dos ETFs cripto à vista ultrapassou US$ 2 trilhões no dia 2 de janeiro de 2026, segundo dados do painel da The Block.
Segundo o CEO da corretora, cortes de juros nos EUA e maior diferencial de taxas devem impulsionar fluxo de capital para o Brasil; já em 2025, saída antecipada de dividendos pode gerar volatilidade adicional

