Tether ultrapassou a Coreia do Sul e ocupa a 18ª posição entre maiores investidores em títulos do Tesouro dos EUA, reforçando a confiança global em sua stablecoin USDT. O crescimento de 19% no valor de mercado e a expansão da carteira de títulos indicam uma sólida posição para 2025.
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Stablecoins são criptomoedas com valor estável. Elas costumam estar ligadas a moedas como o dólar ou o euro. O objetivo é reduzir a volatilidade comum no mercado de criptoativos. Isso permite que os usuários façam transações com mais segurança e previsibilidade. Também servem como reserva de valor no meio digital.
A SEC lança o “Project Crypto”, iniciativa para atualizar regras e permitir mercados on-chain nos EUA, promovendo inovação e clareza regulatória.
Bolívia e El Salvador firmam parceria para fomentar o uso de criptomoedas, buscando superar crise cambial e modernizar o sistema financeiro boliviano.
Com soluções para transações globais mais seguras e reguladas, fintech apoia o principal evento de stablecoins da América Latina e impulsiona o debate sobre o futuro do mercado financeiro digital
O Brasil vive um ponto de inflexão no sistema financeiro. Com a chegada do Drex, o real digital, estamos diante de uma transformação estrutural na forma como o dinheiro circula, como os contratos são firmados e como as transações são auditadas.
Segundo novo relatório da Artemis divulgado em 22 de julho de 2025, a BNB Chain domina o uso de stablecoins em número de endereços ativos mensais, com 11,8 milhões de endereços únicos interagindo com stablecoins até junho de 2025.
Empresas encontram, nas stablecoins, uma solução segura para realizar transações globais, mesmo em momentos de incerteza tributária
O CEO da Mannah, Pedro Xavier, explica o uso de stablecoins próprias para fidelizar clientes e reduzir influência de grandes redes de cartões na liquidez do negócio
Programa de staking distribui recompensas mensais para saldos em USDT, USDC e outras stablecoins e criptomoedas
Enquanto o Bitcoin testa novos máximos, enfraquecimento das entradas de stablecoins levanta sinal de cautela para os próximos movimentos
Empresas encontram, nas stablecoins, uma alternativa segura fazer operações internacionais, mesmo em momentos de indefinição
Plataforma recebe US$ 180 bilhões em stablecoins em 2025 e reforça posição de liderança global. Dados recentes da CryptoQuant reforçam a posição da Binance como o principal destino global para liquidez em criptoativos.
Em 2024, o Brasil ultrapassou a marca de R$ 230 bilhões movimentados via stablecoins, consolidando o que há poucos anos era visto como promessa futurista em uma realidade concreta para negócios globais.
Bitybank lidera entre as corretoras nacionais e amplia aposta em soluções com USDT e USDC
No último ciclo, as stablecoins se consolidaram como pontes entre o mundo fiat e o universo cripto. Com USDT, USDC e outras dominando liquidez em mercados globais, sua função foi clara: trazer estabilidade de preço em um ambiente naturalmente volátil.
Jerome Powell afirma que os EUA estão avançando na regulamentação de stablecoins e avalia cortes nas taxas de juros em futuros acordos comerciais.
A parceria permitirá transferências instantâneas utilizando stablecoins entre reais brasileiros e dólares americanos ou euros, trazendo significativa liquidez e escala à plataforma da Conduit e reduzindo o tempo de liquidação de dias para minutos.
As stablecoins deixaram de ser apenas uma alternativa para investidores e hoje estão no centro da transformação digital de empresas na América Latina.
O mercado global de stablecoins acaba de atingir uma marca histórica: US$ 250 bilhões (aproximadamente R$ 1,4 trilhão) em capitalização de mercado.
A entrada das stablecoins nos bancos digitais e no mercado financeiro brasileiro foi tema central do painel realizado no evento da ABToken, em parceria com Tether, Parfin, Transfero, Bluegreen, Nonco e SmartPay, no Instituto 12, no Leblon (RJ)





















