O preço do Bitcoin atingiu a máxima de US$ 74.451 até o momento desta publicação. Essa faixa de preço trata-se de uma região de liquidez importante que tem atuado como resistência ao longo das últimas semanas.
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Blockchain é uma tecnologia de registro distribuído e seguro que armazena dados em blocos encadeados. Usada principalmente para transações financeiras, ela garante transparência, descentralização e integridade dos dados sem a necessidade de intermediários.
Redações e plataformas digitais em todo o mundo têm adotado medidas para bloquear os chamados “crawlers”, robôs que coletam conteúdos publicados na internet para treinar modelos de inteligência artificial.
O Bitcoin historicamente cai durante choques de liquidez e depois se recupera: invasão da Ucrânia (+17% em 30 dias), crise bancária nos EUA (+40%), escalada no Oriente Médio em outubro de 2023 (+25%).
Resolução impõe exigências de governança e controle equivalentes às do sistema financeiro tradicional, eleva custos de conformidade e dá prazo até outubro de 2026 para adequação das prestadoras de serviços de ativos virtuais.
Corte rejeita alegações de que a empresa ajudou, participou ou conspirou com terroristas, representando um arquivamento decisivo de todas as acusações
Após atingir a mínima de US$ 65.618 no dia 08 de março, o preço do Bitcoin encontrou demanda compradora e voltou a ser negociado na faixa dos US$ 71.000.
A indústria blockchain continua atraindo profissionais de diferentes áreas criativas e tecnológicas. Entre eles está Fernando Quevedo, artista e empreendedor que encontrou nas NFTs uma nova forma de unir arte, tecnologia e impacto social dentro do ecossistema cripto.
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O debate em torno de uma possível cobrança de 3,5% de IOF sobre transações envolvendo stablecoins surge em um momento importante para a agenda de modernização financeira do Brasil.

