Ao olharmos para 2026, vemos que o setor de ativos digitais está entrando em uma nova fase crucial. O setor é definido não apenas pelo crescimento, mas também por uma integração mais profunda ao sistema financeiro global e por uma dinâmica de mercado em amadurecimento.
Browsing: Contratos Inteligentes
Contratos inteligentes são programas autoexecutáveis que operam em blockchains. Eles facilitam, verificam e aplicam acordos automaticamente, sem necessidade de intermediários. Esses contratos garantem transparência e segurança nas transações digitais.
Novos Contratos de Eventos Financeiros permitem aos investidores a negociação de decisões de taxas de juros dos EUA, Europa e México, como já acontece com as Opções de Copom para a taxa de juros brasileira
Nu Asset amplia seu portfólio com o Nu Letras Financeiras Anbima, seu primeiro ETF de renda fixa com foco em crédito privado local e que replica o ILFA, primeiro índice sob demanda da Anbima
Com a edição da Lei 14.790/2023, o mercado de jogos e de apostas esportivas online – as bets – pareciam ter construído um cenário de segurança jurídica.
Para se adequar às normas, corretoras precisam automatizar monitoramentos; falha na adaptação pode impedir operação
A Buena Vista Capital anuncia o lançamento do ETHY11 na B3, O ETF oferecendo acesso ao mercado de criptoativos com distribução de proventos mensais aos cotistas. O produto replica o índice de referência DEX VettaFi NEOS Ethereum High Income.
A Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) entrou com uma ação judicial contra a Shima Capital e seu fundador, Yida Gao, sob acusações de envolvimento em um esquema de fraude contra investidores. A informação foi divulgada pela Foresight News.
Colaboração fortalece a presença da Tether entre líderes cariocas e amplia o alcance das discussões sobre tecnologia e descentralização de serviços financeiros (DeFi)
Com a expansão de PIX e carteiras digitais, Push-in-Pay prepara infraestrutura para pagamentos fluidos e defende inclusão financeira e conveniência para todos
Países emergentes fazem câmbio sem ter o dólar como intermediário, uma evolução notável da infraestrutura de pagamentos globais

