A Embraer entra na reta final de julho sob os holofotes do mercado. A fabricante brasileira de aeronaves anunciou um backlog recorde de US$ 29,7 bilhões no segundo trimestre de 2025…
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Finanças é o campo que estuda a gestão de dinheiro, investimentos e recursos financeiros. Envolve a análise de como indivíduos, empresas e governos obtêm, alocam e utilizam fundos. As finanças abrangem tópicos como orçamento, investimentos, crédito, riscos e planejamento financeiro, buscando otimizar a saúde financeira e a geração de valor.
O Telegram, gigante global de mensagens, acaba de dar um passo estratégico para ampliar sua presença no mercado cripto norte-americano.
Mesmo com o avanço das ameaças digitais, a preferência por senhas fracas ainda é comum. Para especialista da ISH, dados revelam um comportamento preocupante.
Em meio à pressão política sobre o presidente do Fed, Jerome Powell, e à expectativa pelo prazo de tarifas de Trump em 1º de agosto, o mercado de criptomoedas balança entre estabilidade e volatilidade.
O mercado de criptomoedas iniciou a semana com forte euforia após o Bitcoin atingir os US$123.000, sua nova máxima histórica. Desde então, o preço se estabilizou próximo a esse patamar, o que abriu espaço para que as altcoins finalmente ganhassem protagonismo.
Após a escalda das tensões entre EUA e Brasil no final da semana passada, com a retirada de visto de integrantes do STF, os ativos de risco no Brasil começaram a semana em trajetória mais benigna…
Aliança visa unir expertise técnica e compromisso educacional para fortalecer o ecossistema cripto nacional
Após atingir a máxima de US$ 120.998 no dia 17 de julho, o preço do Bitcoin recuou e atingiu ontem (20), a mínima de US$ 116.467, ou seja, uma desvalorização de -3.74% entre os valores.
O Pix, sistema de pagamentos instantâneos que revolucionou a economia brasileira, encontra-se no centro de uma controvérsia internacional.
Arthur Carvalho, especialista em cryptos e ativos digitais do Grupo Braza, aponta como novas regras podem transformar o uso das moedas digitais por consumidores e investidores
Crescimento da stablecoin reflete busca por “dolarização” acessível, facilidade de uso e taxas competitivas na plataforma do Nubank
Exchange informa índice de reservas acima de 100% para os principais ativos e mantém fundo de proteção ao usuário
Empresas encontram, nas stablecoins, uma solução segura para realizar transações globais, mesmo em momentos de incerteza tributária
A grande questão agora gira em torno da decisão do Banco Central Europeu (BCE) na reunião marcada para julho. Após uma sequência de cortes de juros, o cenário mais provável é de pausa, para que o banco possa avaliar os impactos da política monetária sobre a economia real.
Um dos pilares da estratégia de muitos investidores cripto sempre foi o ciclo de 4 anos do Bitcoin — uma narrativa construída em torno dos halvings, que supostamente impulsionam a alta do BTC e, em seguida, alimentam uma temporada de alta generalizada nos altcoins.
A demanda por Ethereum segue rompendo barreiras, desta vez impulsionada pela força dos ETFs spot. No dia 16 de julho, os ETFs de Ethereum listados nos EUA registraram o maior volume de entrada diária desde o lançamento, movimentando US$ 726 milhões em ETH
No universo blockchain, a escolha do algoritmo de consenso é uma das decisões mais críticas para a segurança, escalabilidade e sustentabilidade de qualquer rede.
Com 51,3% de participação nas transações, a moeda norte-americana se mantém no topo das preferências; peso argentino surpreende com alta de 101,9% em um ano
Somente no primeiro semestre de 2025, o ecossistema de ativos digitais na América Latina evoluiu em um ritmo que superou até mesmo as projeções mais otimistas.
Um ataque cibernético de proporções inéditas acaba de abalar o sistema bancário brasileiro. Estima-se que cerca de um bilhão de reais tenham sido desviados em uma operação sofisticada…
O governo americano surpreendeu ao impor uma tarifa de 50% as mercadorias brasileiras exportadas aos EUA, a partir de 1º de agosto de 2025, justificando para tal questões políticas, econômicas e ideológicas.
O Bitcoin iniciou a semana renovando seu topo histórico ao romper a barreira dos US$112 mil e atingir uma nova máxima nos US$123 mil — o maior fechamento semanal da história da criptomoeda.
O THORChain segue firme em seu objetivo de conectar blockchains de forma verdadeiramente descentralizada.
Podemos destacar alguns motivos para a contínua valorização das ações da Nvidia, que foi a primeira empresa no mundo a atingir o valor de mercado de US$ 4 trilhões.
A carta enviada por Donald Trump ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciando uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras aos Estados Unidos a partir de 1º de agosto, marca um novo e preocupante capítulo nas relações entre os dois países.
Para Roberto Beninca, advogado e sócio da MBW Advocacia, a derrubada do decreto do IOF evita o aumento do custo do crédito e impede um “desvio de finalidade” do imposto, usado de forma arrecadatória pelo governo.
A principal criptomoeda do mercado atingiu US$ 123.200, o dobro do valor de um ano atrás. Desde o ponto mais baixo do ciclo, em novembro de 2022, sua valoração aumentou seis vezes.
Uso de estruturas como LLCs e atenção à bitributação podem transformar os resultados de investidores brasileiros no exterior
O Bitcoin vive um momento histórico. Após sucessivas altas, a criptomoeda ultrapassou US$ 123.000, marcando um novo patamar no ciclo de valorização.
Em uma economia complexa e marcada por choques recorrentes de oferta, volatilidade cambial e rigidez estrutural de preços, até que ponto o aumento da taxa Selic ainda pode ser considerado um instrumento eficaz de combate à inflação no Brasil?

