A tokenização está ganhando escala no Brasil e começa a consolidar um novo padrão financeiro em setores estratégicos da economia.
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Fintech é uma combinação de “finance” e “technology” que se refere a empresas que utilizam tecnologia para oferecer serviços financeiros de maneira mais eficiente. Elas inovam em áreas como pagamentos, empréstimos, investimentos e gestão financeira, buscando melhorar a experiência do usuário e aumentar a inclusão financeira. As fintechs geralmente oferecem soluções digitais que desafiam os modelos tradicionais de bancos e instituições financeiras.
O dólar iniciou a semana de 28/07 cotado a R$ 5,5888, mantendo leve viés de baixa nos dias seguintes. Na quarta-feira, fechou em R$ 5,5735, e na quinta alcançou a máxima da semana, em R$ 5,6015. A sexta-feira trouxe alívio, com a moeda encerrando o período em R$ 5,5450.
O Blockchain Rio, um dos principais eventos do setor de web3 e blockchain do Brasil, encerrou a edição 2025, que aconteceu nos dias 6 e 7 de agosto.
Depois de atingir a mínima de US$ 111.920 no último sábado (02), o preço do Bitcoin retomou a alta e atingiu, até o momento desta publicação a faixa de preço de US$ 117.621, ou seja, uma valorização de +5.09% entre os valores.
Análise realizada pela primeira vez mediu a economia gerada pela substituição de TEDs e cartões de débito desde 2020. Impacto foi de R$ 18,9 bilhões só em 2025
O ecossistema financeiro brasileiro vive um momento de transformação acelerada. Entre a chegada do Drex — a versão digital do real —, a consolidação do Pix, a evolução do Open Finance e a expansão das carteiras digitais…
A Solana acaba de dar mais um passo ousado na corrida pela tokenização de ativos do mundo real (RWAs) ao abrir as portas do mercado privado tradicional (TradFi) para o investidor comum.
O ecossistema Ethereum voltou a dominar as manchetes com um volume de transações que se aproxima do recorde histórico.
A inteligência artificial vive seu momento mais popular e controverso. De um lado, ela está presente em praticamente todas as áreas — do atendimento ao cliente à criação de conteúdo, da análise de dados à automação de vendas.
O mercado de criptomoedas iniciou agosto com forte instabilidade, após uma sequência de eventos políticos e econômicos nos Estados Unidos que reacenderam os temores sobre manipulação institucional e interferência na política monetária.
A Inveniam investe US$ 20 milhões na MANTRA para avançar a infraestrutura institucional para ativos privados tokenizados do mundo real, dos Emirados Árabes Unidos para mercados financeiros descentralizados globais
O ex-presidente e agora novamente presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está preparando uma ordem executiva que pode mudar radicalmente o relacionamento entre o sistema bancário tradicional e as empresas de criptoativos.
A maior gestora de ativos do mundo está prestes a reescrever a história dos ETFs de cripto. O IBIT, fundo spot de Bitcoin da BlackRock, ultrapassou US$ 84 bilhões em ativos sob gestão, com entradas de US$ 5,18 bilhões apenas no último mês.
No último sábado, 4 de agosto de 2025, o presidente dos EUA, Donald Trump, reacendeu tensões comerciais ao acusar a Índia de revender petróleo russo com lucro e prometer uma elevação significativa nas tarifas sobre produtos indianos.
Empresa busca fortalecer o posicionamento no ecossistema Ethereum com nova rodada estratégica de subscrição de ETH
A partir desta quinta-feira (31), estarão abertas as inscrições para o Prêmio Blocknews, o primeiro do Brasil com foco em soluções blockchain e ativos digitais e com votação por júri especializado em plataforma fechada.
Após a escalda das tensões entre EUA e Brasil no final da semana passada, com a retirada de visto de integrantes do STF, os ativos de risco no Brasil começaram a semana em trajetória mais benigna…
Um ataque cibernético de proporções inéditas acaba de abalar o sistema bancário brasileiro. Estima-se que cerca de um bilhão de reais tenham sido desviados em uma operação sofisticada…
O governo americano surpreendeu ao impor uma tarifa de 50% as mercadorias brasileiras exportadas aos EUA, a partir de 1º de agosto de 2025, justificando para tal questões políticas, econômicas e ideológicas.
O Bitcoin iniciou a semana renovando seu topo histórico ao romper a barreira dos US$112 mil e atingir uma nova máxima nos US$123 mil — o maior fechamento semanal da história da criptomoeda.
O THORChain segue firme em seu objetivo de conectar blockchains de forma verdadeiramente descentralizada.
Podemos destacar alguns motivos para a contínua valorização das ações da Nvidia, que foi a primeira empresa no mundo a atingir o valor de mercado de US$ 4 trilhões.
A carta enviada por Donald Trump ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciando uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras aos Estados Unidos a partir de 1º de agosto, marca um novo e preocupante capítulo nas relações entre os dois países.
Para Roberto Beninca, advogado e sócio da MBW Advocacia, a derrubada do decreto do IOF evita o aumento do custo do crédito e impede um “desvio de finalidade” do imposto, usado de forma arrecadatória pelo governo.
A principal criptomoeda do mercado atingiu US$ 123.200, o dobro do valor de um ano atrás. Desde o ponto mais baixo do ciclo, em novembro de 2022, sua valoração aumentou seis vezes.
Uso de estruturas como LLCs e atenção à bitributação podem transformar os resultados de investidores brasileiros no exterior
O Bitcoin vive um momento histórico. Após sucessivas altas, a criptomoeda ultrapassou US$ 123.000, marcando um novo patamar no ciclo de valorização.
Em uma economia complexa e marcada por choques recorrentes de oferta, volatilidade cambial e rigidez estrutural de preços, até que ponto o aumento da taxa Selic ainda pode ser considerado um instrumento eficaz de combate à inflação no Brasil?
A MEXC, uma das principais exchanges globais de criptomoedas, reafirma sua força financeira e compromisso com a transparência ao divulgar sua mais recente auditoria bimestral de Prova de Reservas (Proof of Reserve – POR), referente a junho de 2025.
Segundo estudo da Serasa Experian, 35,3 milhões de brasileiros não possuem registros econômicos































