O mercado imobiliário brasileiro vive uma revolução impulsionada por fintechs. Essas inovações trazem agilidade e acesso facilitado a crédito, aluguel e liquidez para o setor.
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O mercado financeiro facilita a troca de ativos, como ações, títulos e moedas. Ele conecta compradores e vendedores, permitindo a negociação de investimentos. Esse sistema inclui bolsas de valores, bancos e instituições financeiras. O mercado desempenha um papel crucial na economia, influenciando taxas de juros, investimentos e a disponibilidade de crédito.
A Crown lançou sua Mesa de Câmbio, permitindo a conversão instantânea de reais para dólares. Com conformidade regulatória e taxa zero de IOF, a empresa mira um mercado de R$ 1 trilhão.
A Solana se prepara para um marco no mercado financeiro, trazendo as ações da SpaceX para o universo on-chain. Dessa forma, a tokenização realizada pela Backpack Securities promete ampliar o acesso e a liquidez global de investimentos.
A estratégia de Media for Equity ganha força no Brasil, redefinindo as relações entre marcas e veículos de comunicação. Startups e empresas consolidam parcerias estratégicas, trocando exposição por participação societária.
A Revolut, gigante global do setor fintech, anunciou a formação de seu conselho consultivo independente no Brasil. Esta iniciativa visa fortalecer a governança corporativa e solidificar sua operação de longo prazo no país.
Como o Pix está influenciando o futuro dos pagamentos digitais e das stablecoins? O sucesso do Pix transformou a forma…
A desconcentração bancária no Brasil é uma realidade, impulsionada por novas tecnologias e instrumentos financeiros. Descubra como Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) e o embedded finance estão redefinindo o acesso ao crédito no país.
A B3 agora oferece o BDR da SpaceX, permitindo acesso direto ao IPO da empresa de Elon Musk no Brasil. Invista em reais e diversifique seu portfólio com uma das companhias mais inovadoras do mundo.
O Laboratório de Segurança Cibernética da Febraban abre inscrições para 10 mil vagas em seu curso gratuito de cibersegurança, o Cyber Academy. A iniciativa visa capacitar profissionais e interessados na área.
A Deel lançou uma nova carteira de stablecoins para contratados, permitindo que profissionais globais gerenciem seus ganhos em dólares digitais e obtenham recompensas. Esta inovação reflete a crescente preferência por dolarização da renda no Brasil.
Enquanto o debate político sobre o Pix aquece, fintechs americanas inovadoras já estão utilizando o sistema brasileiro. A Ruvo, por exemplo, facilita transações entre EUA e Brasil via Pix, indicando uma nova era para pagamentos globais.
A comparação entre Pix e Zelle acendeu o debate sobre sistemas de pagamento instantâneo. Ambos movem fundos rapidamente, mas suas estruturas e objetivos são fundamentalmente distintos.
A Mastercard expande suas capacidades de liquidação, integrando stablecoins reguladas em redes como Solana para pagamentos intraday e em fins de semana. Essa inovação oferece mais flexibilidade e eficiência na gestão de liquidez global.
A Snowflake anunciou um conjunto robusto de inovações para impulsionar a era das empresas agênticas, com foco em IA, governança e interoperabilidade. As novas ferramentas visam transformar dados corporativos em ações estratégicas impulsionadas por inteligência artificial.
A Checkout.com e a Coinbase anunciam uma parceria estratégica para permitir que comerciantes aceitem stablecoins. Essa integração visa atender à crescente demanda por dinheiro digital e expandir as opções de pagamento globalmente.
Uma campanha provocadora desafia os bancos tradicionais em São Paulo e no Rio de Janeiro. A iniciativa do Grupo DUX visa a economia criativa com um novo posicionamento financeiro.
Os fundos globais não conseguiram atrair muitos investidores, mesmo com a queda do dólar. Descubra por que isso está acontecendo e o que isso significa para o mercado financeiro. A Comdinheiro/Nelogica fez um levantamento que mostra que apenas 35% dos fundos com exposição internacional tiveram captação positiva no ano.
Instituições de pagamento ganham espaço ao oferecer modelo mais seguro para recursos dos clientes. Saiba como elas oferecem proteção adequada contra riscos financeiros.
O Bitcoin teve queda de 10% em maio, levando junto a maior parte do mercado cripto. A incerteza no Oriente Médio e a pressão da IA foram os principais motivos. A 21shares avalia o mercado e apresenta perspectivas para o futuro.
O crescimento dos ETFs no Brasil é um sinal de amadurecimento financeiro, com investidores buscando diversificação e eficiência estrutural. Isso reflete uma mudança na forma como os brasileiros constroem patrimônio
O mercado de criptomoedas no Brasil está em expansão, com 59 milhões de pessoas já tendo tido contato com esses ativos. No entanto, o medo e a falta de conhecimento ainda são barreiras para muitos investidores.
O Open Finance mudou a dinâmica de consumo financeiro no Brasil, mas trouxe um aumento nos ataques cibernéticos. Isso exige segurança como obrigação regulatória.
A Agibank encerrou o primeiro trimestre de 2026 com uma receita total de R$ 3,0 bilhões, um aumento de 23,6% em relação ao mesmo período de 2025. A base de clientes ativos também alcançou um patamar recorde, chegando a 7,1 milhões.
Um relatório do Bank of America aponta mudanças significativas no mercado financeiro internacional. O que isso significa para o Brasil e como os investidores devem se preparar?
A BMP anunciou Suzana Alves como sua nova CCO, com o objetivo de impulsionar parcerias e inovação em embedded finance. Com uma carreira de mais de 20 anos em serviços financeiros, Suzana Alves assume o desafio de escalar a oferta de soluções financeiras integradas da empresa.
O Grupo DUX, fintech brasileira, está se reposicionando como uma holding de soluções financeiras e consultivas para a economia criativa. A empresa já antecipou mais de R$ 120 milhões em contratos para criadores, produtoras, agências, influenciadores e empresas do setor.
O mercado de criptomoedas enfrenta ciclos de entusiasmo que atraem investidores e golpistas. Episódios como o colapso da RAVE não são exceções, mas parte de um padrão histórico. O economista Charles Mendlowicz alerta para os riscos das altcoins e explica por que os investidores precisam se proteger do próprio comportamento impulsivo.
A transformação tecnológica no setor financeiro brasileiro não é apenas uma questão de tecnologia, mas também de mudança cultural. Saiba como as instituições financeiras podem superar os obstáculos e se modernizar.
O Brasil enfrenta um alto índice de irregularidades fiscais, um problema que combina complexidade tributária e baixa educação fiscal. Especialista explica os fatores por trás desse cenário e como isso afeta a economia.
O Brasil ultrapassou 27.721 assessores de investimento em março de 2026, representando um crescimento de 2,1% em relação ao mesmo período de 2025. Esse aumento acompanha a expansão da base de investidores e o fortalecimento da indústria de intermediação.






























