A Deel lançou uma nova carteira de stablecoins para contratados, permitindo que profissionais globais gerenciem seus ganhos em dólares digitais e obtenham recompensas. Esta inovação reflete a crescente preferência por dolarização da renda no Brasil.
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O mercado financeiro facilita a troca de ativos, como ações, títulos e moedas. Ele conecta compradores e vendedores, permitindo a negociação de investimentos. Esse sistema inclui bolsas de valores, bancos e instituições financeiras. O mercado desempenha um papel crucial na economia, influenciando taxas de juros, investimentos e a disponibilidade de crédito.
Enquanto o debate político sobre o Pix aquece, fintechs americanas inovadoras já estão utilizando o sistema brasileiro. A Ruvo, por exemplo, facilita transações entre EUA e Brasil via Pix, indicando uma nova era para pagamentos globais.
A comparação entre Pix e Zelle acendeu o debate sobre sistemas de pagamento instantâneo. Ambos movem fundos rapidamente, mas suas estruturas e objetivos são fundamentalmente distintos.
A Mastercard expande suas capacidades de liquidação, integrando stablecoins reguladas em redes como Solana para pagamentos intraday e em fins de semana. Essa inovação oferece mais flexibilidade e eficiência na gestão de liquidez global.
A Snowflake anunciou um conjunto robusto de inovações para impulsionar a era das empresas agênticas, com foco em IA, governança e interoperabilidade. As novas ferramentas visam transformar dados corporativos em ações estratégicas impulsionadas por inteligência artificial.
A Checkout.com e a Coinbase anunciam uma parceria estratégica para permitir que comerciantes aceitem stablecoins. Essa integração visa atender à crescente demanda por dinheiro digital e expandir as opções de pagamento globalmente.
Uma campanha provocadora desafia os bancos tradicionais em São Paulo e no Rio de Janeiro. A iniciativa do Grupo DUX visa a economia criativa com um novo posicionamento financeiro.
Os fundos globais não conseguiram atrair muitos investidores, mesmo com a queda do dólar. Descubra por que isso está acontecendo e o que isso significa para o mercado financeiro. A Comdinheiro/Nelogica fez um levantamento que mostra que apenas 35% dos fundos com exposição internacional tiveram captação positiva no ano.
Instituições de pagamento ganham espaço ao oferecer modelo mais seguro para recursos dos clientes. Saiba como elas oferecem proteção adequada contra riscos financeiros.
O Bitcoin teve queda de 10% em maio, levando junto a maior parte do mercado cripto. A incerteza no Oriente Médio e a pressão da IA foram os principais motivos. A 21shares avalia o mercado e apresenta perspectivas para o futuro.
O crescimento dos ETFs no Brasil é um sinal de amadurecimento financeiro, com investidores buscando diversificação e eficiência estrutural. Isso reflete uma mudança na forma como os brasileiros constroem patrimônio
O mercado de criptomoedas no Brasil está em expansão, com 59 milhões de pessoas já tendo tido contato com esses ativos. No entanto, o medo e a falta de conhecimento ainda são barreiras para muitos investidores.
O Open Finance mudou a dinâmica de consumo financeiro no Brasil, mas trouxe um aumento nos ataques cibernéticos. Isso exige segurança como obrigação regulatória.
A Agibank encerrou o primeiro trimestre de 2026 com uma receita total de R$ 3,0 bilhões, um aumento de 23,6% em relação ao mesmo período de 2025. A base de clientes ativos também alcançou um patamar recorde, chegando a 7,1 milhões.
Um relatório do Bank of America aponta mudanças significativas no mercado financeiro internacional. O que isso significa para o Brasil e como os investidores devem se preparar?
A BMP anunciou Suzana Alves como sua nova CCO, com o objetivo de impulsionar parcerias e inovação em embedded finance. Com uma carreira de mais de 20 anos em serviços financeiros, Suzana Alves assume o desafio de escalar a oferta de soluções financeiras integradas da empresa.
O Grupo DUX, fintech brasileira, está se reposicionando como uma holding de soluções financeiras e consultivas para a economia criativa. A empresa já antecipou mais de R$ 120 milhões em contratos para criadores, produtoras, agências, influenciadores e empresas do setor.
O mercado de criptomoedas enfrenta ciclos de entusiasmo que atraem investidores e golpistas. Episódios como o colapso da RAVE não são exceções, mas parte de um padrão histórico. O economista Charles Mendlowicz alerta para os riscos das altcoins e explica por que os investidores precisam se proteger do próprio comportamento impulsivo.
A transformação tecnológica no setor financeiro brasileiro não é apenas uma questão de tecnologia, mas também de mudança cultural. Saiba como as instituições financeiras podem superar os obstáculos e se modernizar.
O Brasil enfrenta um alto índice de irregularidades fiscais, um problema que combina complexidade tributária e baixa educação fiscal. Especialista explica os fatores por trás desse cenário e como isso afeta a economia.
O Brasil ultrapassou 27.721 assessores de investimento em março de 2026, representando um crescimento de 2,1% em relação ao mesmo período de 2025. Esse aumento acompanha a expansão da base de investidores e o fortalecimento da indústria de intermediação.
Arthur Frota anuncia o lançamento da AFPAR, ecossistema para auxiliar empreendedores. Após vender a TALLOS para a TOTVS, o empresário inicia nova empreitada.
Mudanças do Banco Central elevam exigências de governança, segurança e capital, com impacto direto na operação de empresas
Empresas brasileiras podem competir no mercado global de capitais. Aprenda a abrir capital nos EUA e sustentar o valor de mercado.
A queda do dólar abaixo de R$5,00 abre uma janela interessante para o investidor brasileiro ampliar a exposição internacional, principalmente pelo ganho de preço de entrada.
Comparativo entre dados da Bolsa de valores e do MB | Mercado Bitcoin indica que novos investidores em criptomoedas cresceram mais que os da bolsa no país
A incorporação da Inteligência Artificial (IA) aplicada com propósito às decisões corporativas consolida-se como um dos movimentos mais relevantes da gestão empresarial atualmente.
A queda do dólar abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dois anos não é um movimento isolado. Ela reflete a convergência de fatores macroeconômicos tanto domésticos quanto externos.
Depois de cinco anos do lançamento do Open Finance, 2026 marca o momento em que ele deixa de ser promessa e vira infraestrutura de fato. O uso prático já se estende para crédito, investimentos e meios de pagamento, incluindo o Pix automático.
O uso dos cheques no Brasil ainda sobrevive, apesar do grande avanço dos meios de pagamento digitais, como internet e mobile banking, e a criação do Pix em 2020. Levantamento feito pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) mostra que os brasileiros usaram 112,5 milhões de cheques no ano passado.

