O Bitcoin teve queda de 10% em maio, levando junto a maior parte do mercado cripto. A incerteza no Oriente Médio e a pressão da IA foram os principais motivos. A 21shares avalia o mercado e apresenta perspectivas para o futuro.
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Liberdade e descentralização são elementos pertinentes ao Bitcoin, tornando-o um dinheiro eletrônico muito demandado. Todo o processo de emissão ou, como é chamado neste caso, mineração, é feito online por meio de computadores superpotentes.
O Bitcoin está a dois anos do próximo halving e oferece uma oportunidade estratégica para as tesourarias institucionais. Com sua adoção institucional em alta e um mercado mais maduro, o Bitcoin pode ser uma boa opção para diversificar as tesourarias.
O Liberdade Private Club realizou sua primeira peneira oficial em Goiânia, reunindo 27 atletas em um processo seletivo que marca o início da formação do elenco. Com supervisão do ex-jogador Alex Dias, o clube aposta em um modelo inovador, privado e com base financeira em Bitcoin. Os destaques avançam para novas etapas e podem disputar o Torneio dos Sonhos, enquanto o projeto segue expandindo suas avaliações pelo Brasil e documentando todo o processo de forma transparente.
Entre 1 e 16 de abril, o mercado cripto foi impulsionado principalmente pela combinação entre o risco geopolítico no Oriente Médio e a condução da política monetária nos Estados Unidos.
Os mercados globais atingiram novas máximas históricas, com o S&P 500 superando os 7.000 pontos e o Nasdaq estendendo sua sequência de ganhos, à medida que os investidores precificam cada vez mais uma desescalada no conflito com o Irã.
Os holders de longo prazo e os tesouros corporativos estão aproveitando a lateralização dos últimos dois meses para aumentar suas posições. Essa força está impulsionando o Bitcoin a buscar uma saída da “estagnação com volatilidade” em que se encontra após as liquidações e o fundo do ciclo em fevereiro.
Os holders de longo prazo e os tesouros corporativos estão aproveitando a lateralização dos últimos dois meses para aumentar suas posições. Essa força está impulsionando o Bitcoin a buscar uma saída da “estagnação com volatilidade” em que se encontra após as liquidações e o fundo do ciclo em fevereiro.
O mercado financeiro opera sob impacto do conflito no Oriente Médio. O Estreito de Ormuz segue sob restrição, o petróleo permanece próximo de US$ 100 e o cessar-fogo entre EUA e Irã continua instável.
Em 17 de março, a SEC e a CFTC classificaram conjuntamente 16 criptoativos relevantes — incluindo Bitcoin, Ethereum, XRP, Solana e outros — como commodities digitais sob jurisdição da CFTC.
De um lado, o cenário global está mais pesado. O conflito no Oriente Médio pressiona o preço do petróleo, já que o Estreito de Hormuz concentra cerca de 20% do fluxo mundial. Com menos oferta, os preços sobem, o que aumenta a inflação global.
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Bater 20 milhões de bitcoins minerados é, sim, um marco mais psicológico do que técnico. A rede não muda de regra por causa desse número, ela continua funcionando do mesmo jeito. Mas ele é um lembrete poderoso de algo bem objetivo: o Bitcoin está ficando “sem estoque novo”.
O Bitcoin recuou aproximadamente 23% nos primeiros 50 dias de 2026, marcando seu início de ano mais fraco em algum tempo. Esse dado, naturalmente, convida comparações com bear markets anteriores.
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Esse recuo é uma consequência direta do mercado como um todo: com as taxas de juros no Brasil e lá fora ainda em patamares elevados, os ativos de crédito tornam-se uma opção mais interessante aos olhos dos investidores comparados ao Bitcoin, devido ao risco de cada ativo.
O mercado de criptomoedas passa por forte turbulência, com o Bitcoin tendo recuado para menos de US$ 70.000 nos últimos dias e os demais criptoativos acompanhando este movimento de queda.
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Mesmo após um ano volátil, o Bitcoin segue no radar como reserva de valor; No Brasil, mercado financeiro começa a aceitar aportes na criptomoeda
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O Bitcoin segue testando uma faixa de resistência duradoura entre US$ 93.500 e US$ 95.000 após a recuperação iniciada no fim de novembro, mês em que a moeda despencou e tocou mínimas próximas a US$ 80.800.
A Riot Platforms, Inc. (Nasdaq: RIOT), uma das maiores empresas de mineração de Bitcoin dos Estados Unidos, anunciou no dia 6 de janeiro que vendeu 1.818 BTC em dezembro de 2025, totalizando aproximadamente US$ 161,6 milhões.
Apesar da recente recuperação e da quebra da resistência dos US$ 90 mil, o estrategista sênior de commodities da Bloomberg Intelligence, Mike McGlone, mantém uma projeção cautelosa para o Bitcoin.
A retomada de rumores envolvendo uma suposta reserva secreta de criptomoedas da Venezuela reacendeu o debate sobre como o país pode ter protegido parte de sua riqueza durante anos de sanções e isolamento financeiro.
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tecnologia e as finanças?































