Apesar das apostas em cortes de juros, Bitcoin e Ethereum não registram alta significativa. Saídas de ETFs e próximos dados de inflação serão decisivos.
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Liberdade e descentralização são elementos pertinentes ao Bitcoin, tornando-o um dinheiro eletrônico muito demandado. Todo o processo de emissão ou, como é chamado neste caso, mineração, é feito online por meio de computadores superpotentes.
PlanC alerta que apostar no topo do Bitcoin no Q4 de 2025 é arriscado. Expectativa é histórica, mas não garante resultados futuros.
7.626 BTC com 3–5 anos foram movimentados. ETFs absorvem parte da oferta e Bitcoin se mantém acima de US$ 110 mil, testando resistências técnicas.
O cenário macroeconômico dos Estados Unidos voltou a ser protagonista nos mercados globais, após a divulgação dos dados de emprego de agosto.
Após o preço do Bitcoin ter atingido a mínima de US$ 107.255 ontem (01), a principal criptomoeda do mercado retomou a alta e atingiu, até o momento desta publicação, a máxima de US$ 110.711, ou seja, uma valorização de mais de 3% entre os valores.
O Bitcoin encerrou o mês de agosto sendo negociado abaixo dos 110 mil dólares, acumulando uma queda de mais de 6% no período e iniciando setembro em um cenário marcado por medo e indecisão.
Um dos movimentos mais intrigantes das últimas semanas no mercado cripto envolve uma baleia de Bitcoin de longa data — um verdadeiro OG do BTC — que vem rotacionando bilhões de dólares da criptomoeda original para Ethereum (ETH).
O Bitcoin segue em modo de correção após atingir sua máxima histórica de US$ 124.500, agora sendo negociado em torno de US$ 110.000.
Na última declaração divulgada, Michael Saylor, executivo à frente da Strategy (antiga MicroStrategy), trouxe uma perspectiva arrojada sobre o valor futuro do Bitcoin:
O Bitcoin acaba de alcançar um marco histórico: a taxa de hashrate total da rede ultrapassou 1 zettahash por segundo (ZH/s), reforçando a robustez e a segurança do protocolo…
Os ETFs de Bitcoin já detêm mais Bitcoins do que as principais exchanges, ultrapassando até mesmo a suposta reserva de Satoshi Nakamoto
O mercado cripto iniciou a semana pressionado por um cenário de forte realização. O despejo de mais de 24 mil bitcoins no domingo, que resultou em quase 800 milhões de dólares em liquidações e uma queda brusca de 4 mil dólares na cotação, acendeu o alerta para investidores.
O mercado de criptomoedas iniciou a semana sob forte pressão, com o Bitcoin se aproximando da faixa dos 114 mil dólares e arrastando consigo as altcoins, que sofreram quedas ainda mais expressivas.
Incertezas econômicas nos EUA e compra corporativa bilionária impactam o Bitcoin, que cai abaixo de US$ 116 mil e testa seu papel como ativo de proteção.
O Bitcoin caiu para US$ 113 mil após recorde histórico. Open interest elevado indica risco de long squeeze, mas ETFs e analistas apontam potencial de alta a longo prazo.
O Bitcoin (BTC) caiu para US$ 113 mil em meio a liquidações e pessimismo global. Investigações da SEC, queda do Nasdaq e tarifas nos EUA aumentaram o medo, mas analistas destacam que o ciclo de alta não terminou e que US$ 112 mil pode ser apenas um ponto de ajuste antes de nova valorização.
Após bater $124.000, o Bitcoin caiu para $118.000. Dados da Binance mostram pressão de venda de whales, sugerindo volatilidade nos próximos dias.
BTC em US$ 115.500 com volatilidade de 1,50%. Movimento indica calma rara no mercado, mas Fed pode mudar o rumo nos próximos dias.
Analistas veem risco de queda no Bitcoin em setembro, seguindo padrões históricos pós-halving. Apesar disso, mercado ainda pode crescer antes do próximo topo.
Peter Brandt alerta que Bitcoin pode ter atingido o topo do ciclo. Recuo pode levar BTC a US$ 60–70 mil antes da próxima alta.
Em 2024, o Bitcoin bateu recorde antes do halving, impulsionado por instituições. Agora atua como ativo macroeconômico, menos preso ao ciclo de 4 anos.
No interior de São Paulo, a história de Bruno — conhecido como o “sucateiro cripto” — tem inspirado investidores e curiosos no mundo das criptomoedas. P
Michael Saylor reforça visão otimista sobre Bitcoin, afirmando que Wall Street subestima seu potencial. BTC bate nova máxima histórica e empresas podem lucrar adotando-o.
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, reverteu declaração e deixa aberta a possibilidade de compras “budget-neutral” de Bitcoin, ampliando a reserva estratégica do país, atualmente entre US$ 15 e 20 bilhões.
O preço do Bitcoin atingiu seu novo topo histórico nos US$ 124.474 ontem (13). O rali de alta da principal criptomoeda do mercado deu início no dia 02 de agosto…
Número de endereços com mais de 100 BTC atinge 18.996; empresas públicas reforçam reservas; Bitcoin próximo do topo histórico.
O mercado de criptomoedas inicia a semana com força total, após o Bitcoin superar os 120 mil dólares e se aproximar de seu topo histórico em 124 mil.
Cinco anos após a primeira compra histórica de Bitcoin, Michael Saylor e sua empresa Strategy (antiga MicroStrategy) continuam a dobrar a aposta na criptomoeda — agora com 628.946 BTC sob custódia, avaliados em cerca de US$ 76 bilhões.
El Salvador aprovou uma lei que permite bancos de investimento segurarem Bitcoin, mirando atrair investimentos, mas enfrenta críticas sobre benefícios ao público.
Baleia de Bitcoin movimenta 3.000 BTC após 10 anos, gerando especulação sobre impacto no preço da criptomoeda.































