O Bitcoin voltou a surpreender o mercado, superando nesta quinta-feira (2) a marca de US$ 120.000 pela primeira vez desde meados de agosto. O movimento acontece em meio à paralisação do governo norte-americano e ao forte fluxo de entrada em ETFs de Bitcoin.
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Liberdade e descentralização são elementos pertinentes ao Bitcoin, tornando-o um dinheiro eletrônico muito demandado. Todo o processo de emissão ou, como é chamado neste caso, mineração, é feito online por meio de computadores superpotentes.
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos e o Internal Revenue Service (IRS) publicaram, em 30 de setembro, novas orientações que podem representar uma virada histórica para companhias com grandes posições em Bitcoin e outros ativos digitais.
Após uma semana de fortes quedas com o Bitcoin operando abaixo dos 110 mil dólares, o mercado demonstra força e volta a subir para cima dos 114 mil, puxando também as altcoins para a alta.
O mercado cripto amanheceu a segunda-feira com uma forte correção que representou a maior liquidação de 2025.
Projeto intensivo prepara talentos locais para contribuir em softwares de código aberto e disputar bolsas internacionais
A Strive, Inc., empresa de investimentos cofundada por Vivek Ramaswamy, anunciou a aquisição da Semler Scientific (SMLR) em um acordo totalmente em ações, avaliando a transação em cerca de US$ 675 milhões. O movimento marca um passo ousado na corrida corporativa pela acumulação de Bitcoin.
O mercado de criptomoedas inicia a semana em clima de otimismo, com o Bitcoin superando os 116 mil dólares após uma forte retomada de preço ao longo de setembro.
A expectativa do mercado cripto está no auge com a reunião do Federal Reserve marcada para 17 de setembro.
O mercado de criptomoedas inicia a semana em um ponto de grande atenção, com o Bitcoin travado na resistência dos 113 mil dólares e as altcoins ganhando destaque após semanas de queda.
O ataque surpresa de Israel ao Qatar, direcionado a altos oficiais do Hamas, abalou os mercados globais e expôs novamente a vulnerabilidade das criptomoedas em momentos de crise geopolítica.
Fundstrat prevê que o Bitcoin pode atingir US$ 200 mil até o fim do ano. Corte de juros do Fed e valorização de small caps devem favorecer também Ethereum.
Michael Saylor voltou a mostrar ao mercado que sua convicção no Bitcoin não tem limites. No dia 8 de setembro de 2025, a Strategy — nova marca da antiga MicroStrategy — anunciou a compra de mais 1.955 BTC por aproximadamente US$ 219 milhões.
Apesar das apostas em cortes de juros, Bitcoin e Ethereum não registram alta significativa. Saídas de ETFs e próximos dados de inflação serão decisivos.
PlanC alerta que apostar no topo do Bitcoin no Q4 de 2025 é arriscado. Expectativa é histórica, mas não garante resultados futuros.
7.626 BTC com 3–5 anos foram movimentados. ETFs absorvem parte da oferta e Bitcoin se mantém acima de US$ 110 mil, testando resistências técnicas.
O cenário macroeconômico dos Estados Unidos voltou a ser protagonista nos mercados globais, após a divulgação dos dados de emprego de agosto.
Após o preço do Bitcoin ter atingido a mínima de US$ 107.255 ontem (01), a principal criptomoeda do mercado retomou a alta e atingiu, até o momento desta publicação, a máxima de US$ 110.711, ou seja, uma valorização de mais de 3% entre os valores.
O Bitcoin encerrou o mês de agosto sendo negociado abaixo dos 110 mil dólares, acumulando uma queda de mais de 6% no período e iniciando setembro em um cenário marcado por medo e indecisão.
Um dos movimentos mais intrigantes das últimas semanas no mercado cripto envolve uma baleia de Bitcoin de longa data — um verdadeiro OG do BTC — que vem rotacionando bilhões de dólares da criptomoeda original para Ethereum (ETH).
O Bitcoin segue em modo de correção após atingir sua máxima histórica de US$ 124.500, agora sendo negociado em torno de US$ 110.000.
Na última declaração divulgada, Michael Saylor, executivo à frente da Strategy (antiga MicroStrategy), trouxe uma perspectiva arrojada sobre o valor futuro do Bitcoin:
O Bitcoin acaba de alcançar um marco histórico: a taxa de hashrate total da rede ultrapassou 1 zettahash por segundo (ZH/s), reforçando a robustez e a segurança do protocolo…
Os ETFs de Bitcoin já detêm mais Bitcoins do que as principais exchanges, ultrapassando até mesmo a suposta reserva de Satoshi Nakamoto
O mercado cripto iniciou a semana pressionado por um cenário de forte realização. O despejo de mais de 24 mil bitcoins no domingo, que resultou em quase 800 milhões de dólares em liquidações e uma queda brusca de 4 mil dólares na cotação, acendeu o alerta para investidores.
O mercado de criptomoedas iniciou a semana sob forte pressão, com o Bitcoin se aproximando da faixa dos 114 mil dólares e arrastando consigo as altcoins, que sofreram quedas ainda mais expressivas.
Incertezas econômicas nos EUA e compra corporativa bilionária impactam o Bitcoin, que cai abaixo de US$ 116 mil e testa seu papel como ativo de proteção.
O Bitcoin caiu para US$ 113 mil após recorde histórico. Open interest elevado indica risco de long squeeze, mas ETFs e analistas apontam potencial de alta a longo prazo.
O Bitcoin (BTC) caiu para US$ 113 mil em meio a liquidações e pessimismo global. Investigações da SEC, queda do Nasdaq e tarifas nos EUA aumentaram o medo, mas analistas destacam que o ciclo de alta não terminou e que US$ 112 mil pode ser apenas um ponto de ajuste antes de nova valorização.
Após bater $124.000, o Bitcoin caiu para $118.000. Dados da Binance mostram pressão de venda de whales, sugerindo volatilidade nos próximos dias.
BTC em US$ 115.500 com volatilidade de 1,50%. Movimento indica calma rara no mercado, mas Fed pode mudar o rumo nos próximos dias.

