O relatório da Global Payments destaca a força dos consumidores em impulsionar mudanças no setor de pagamentos, com crescimento das carteiras digitais e uso do Pix. A América Latina apresenta tendências como o aumento do uso de QR Code e pagamentos Conta a Conta
Browsing: Análise
Análise gráfica é uma técnica de análise de dados que visa representar informações em formato visual, utilizando gráficos e diagramas, para identificar padrões, tendências e relações entre variáveis.
O mercado de criptomoedas enfrenta ciclos de entusiasmo que atraem investidores e golpistas. Episódios como o colapso da RAVE não são exceções, mas parte de um padrão histórico. O economista Charles Mendlowicz alerta para os riscos das altcoins e explica por que os investidores precisam se proteger do próprio comportamento impulsivo.
O Brasil enfrenta um alto índice de irregularidades fiscais, um problema que combina complexidade tributária e baixa educação fiscal. Especialista explica os fatores por trás desse cenário e como isso afeta a economia.
O uso dos cheques no Brasil ainda sobrevive, apesar do grande avanço dos meios de pagamento digitais, como internet e mobile banking, e a criação do Pix em 2020. Levantamento feito pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) mostra que os brasileiros usaram 112,5 milhões de cheques no ano passado.
Análise do Bitcoin, Ethereum e Zcash revela níveis críticos, fluxo de mercado e possíveis próximos movimentos no cenário cripto atual.
Trader de cripto: descubra como sobreviver e lucrar com método, gestão de risco e disciplina no mercado atual.
Após uma forte correção em fevereiro, quando a capitalização total do mercado de criptomoedas caiu 22,6% e chegou a US$ 2,36 trilhões, o setor começa a dar sinais de recuperação.
Resolução impõe exigências de governança e controle equivalentes às do sistema financeiro tradicional, eleva custos de conformidade e dá prazo até outubro de 2026 para adequação das prestadoras de serviços de ativos virtuais.
Do diagnóstico regulatório à certificação técnica, eis o passo a passo para garantir segurança às empresas, para além do que já está no papel
Apesar de uma correção de quase 50% no mercado, a empresa vê as condições atuais como uma oportunidade estratégica para investidores, empreendedores e inovação em ativos digitais.
Além da preocupação com a guerra em si, o conflito entre Estados Unidos e Irã chama a atenção dos mercados por reunir dois fatores: o risco de interrupção no fornecimento de energia, com duração incerta, e a ausência de uma liderança clara no regime iraniano capaz de negociar um cessar-fogo rapidamente.
Desde que Donald Trump tomou posse do governo dos EUA, em 20 de janeiro de 2025, o desempenho dos ativos passou a mostrar fortes divergências, refletindo uma combinação de fatores macroeconômicos, mudanças na estrutura dos mercados e dinâmicas específicas do universo cripto.
O uso de criptomoedas por redes associadas ao tráfico humano avançou de forma significativa em 2025 e passou a refletir um alcance verdadeiramente global.
Comentário sobre os Movimentos do Mercado: Guilherme Nazar, vice-presidente regional da Binance para as Américas
O preço do bitcoin segue em movimento de baixa, e até o momento desta publicação, atingiu a mínima de US$ 70.140. Este valor não será revisitado desde novembro de 2024.
Ao analisar o fluxo, no curto prazo, é possível observar que a força compradora segue predominante, sugerindo a busca pelas regiões de liquidez dos US$ 91.400 e US$ 92.690.
Falhas na gestão do caixa, do crédito e do planejamento financeiro seguem entre os principais fatores de mortalidade empresarial no país, segundo dados do Sebrae e do IBGE.
O Bitcoin atravessa um período de indefinição no mercado, marcado por cautela dos investidores, baixa convicção direcional e forte sensibilidade a fatores externos.
Após o início da queda no último domingo (18), o preço do Bitcoin deu continuidade ao movimento de baixa e atingiu a mínima de US$ 87.263 ontem (22).
Usuários mais jovens estão adotando ativos digitais com confiança crescente, enquanto gerações mais velhas seguem ancoradas nas finanças tradicionais;
O preço do Bitcoin iniciou com forte queda no início da noite de domingo (17). A principal criptomoeda do mercado despencou, até o momento desta publicação mais de 3% ao atingir a mínima de US$ 91.910.
Após quase 2 meses consolidando entre as faixas de preços de US$ 89.694 e US$ 91.700, o preço do Bitcoin rompeu a consolidação para cima, e até o momento desta publicação atingiu a máxima de US$ 97.924.
Relatório da Chainalysis mostra explosão de fraudes de impersonação, alta no valor médio dos golpes e uso crescente de inteligência artificial
Estudo da Chainalysis mostra avanço do uso de criptoativos por entidades sancionadas — com alta de 656% — além da expansão de redes globais de lavagem de dinheiro e da crescente conexão entre crimes digitais e riscos físicos
O mercado do Bitcoin entrou em uma fase técnica extremamente rara, caracterizada por um equilíbrio quase perfeito entre pressão de compra e venda entre os investidores de curto prazo (Short-Term Holders – STH), segundo novos dados on-chain.
Após atingir a resistência dos US$ 94.150 na última quarta-feira (03), o preço do Bitcoin recuou e atingiu a mínima de US$ 87.719 ontem (07).
Iniciativa promove a integração de alunos de graduação de todo o Brasil e Portugal. Vencedores ganham uma quantia em dinheiro, certificados e cursos gratuitos na FGV.
Após atingir a sua máxima histórica de US$ 126.199 na última segunda-feira (06), o preço do Bitcoin retraiu e atingiu a mínima de US$ 119.651 ontem (09). Apesar da retração, essa faixa de preço trata-se de um suporte de curto prazo.
Ganhando cada vez mais força no mercado financeiro, as stablecoins são a bola da vez e vieram para ficar. Em junho de 2025, a capitalização total dessas moedas atingiu aproximadamente US$?250 bilhões, com um volume anual de transações superior a US$?28 trilhões, superando gigantes como Visa e Mastercard.
Você se lembra quando começou a aprender sobre o valor do dinheiro? Para muitos de nós, esse aprendizado veio tarde — às vezes, só depois de enfrentar as consequências de decisões financeiras mal planejadas.































