O Brasil vive um ponto de inflexão no sistema financeiro. Com a chegada do Drex, o real digital, estamos diante de uma transformação estrutural na forma como o dinheiro circula, como os contratos são firmados e como as transações são auditadas.
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Altcoins são todas as criptomoedas alternativas ao Bitcoin, criadas para oferecer funcionalidades distintas, como contratos inteligentes (Ethereum), transações rápidas (Litecoin) e privacidade (Monero). Elas buscam diversificar o mercado cripto e atender a diferentes necessidades além das oferecidas pelo Bitcoin.
O Blockchain Conference Brasil, anteriormente conhecido como BitSampa, confirma sua posição como o principal evento de criptomoedas, blockchain e inovação financeira do país.
Tokens de jogos agora podem ser usados para adquirir serviços digitais como Spotify, Netflix e League of Legends; Confira como se cadastrar;
É importante observar o comportamento do Brasil nesse contexto. Os Estados Unidos já anunciaram vários acordos comerciais — o principal deles com o Japão e com a Europa.
A imposição de tarifas de 50% sobre produtos estratégicos das exportações brasileiras, com vigência prevista para 1º de agosto de 2025, configuraria um choque exógeno negativo de grandes proporções para a economia nacional…
Quando o Ethereum foi lançado em 30 de julho de 2015, ele trouxe uma proposta ousada: transformar a blockchain em uma plataforma flexível e programável.
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Após ter atingindo a mínima de US$ 114.723 na última sexta-feira (25), o preço do Bitcoin retomou a alta e valorizou 4.40% ao atingir a máxima de US$ 119.766 ontem (27).
Entre os dias 15 e 25 de julho, o mercado de criptomoedas testemunhou uma movimentação atípica entre as duas maiores exchanges dos Estados Unidos: Binance e Coinbase.
A comunidade Monero (XMR), conhecida por sua ênfase em privacidade e resistência à censura, está enfrentando um ataque inédito e sofisticado.
Segundo novo relatório da Artemis divulgado em 22 de julho de 2025, a BNB Chain domina o uso de stablecoins em número de endereços ativos mensais, com 11,8 milhões de endereços únicos interagindo com stablecoins até junho de 2025.
O BNB superou sua máxima histórica anterior, ultrapassando os US$ 807 e atingindo um valor de mercado de US$ 112 bilhões — tornando-se a quarta maior criptomoeda, atrás apenas do Bitcoin e das stablecoins.
O cenário regulatório dos Estados Unidos deu mais um passo importante em relação ao mercado de criptoativos.
O pagamento com criptomoedas está deixando de ser tendência e se tornando realidade no Brasil. O país está entre os dez maiores mercados de criptomoedas do mundo, ocupando a 10ª posição, entre 151 nações avaliadas, segundo dados da Chainalysis.
A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) tomou uma decisão histórica (e inédita): autorizou a conversão do fundo indexado de criptomoedas BITW, da Bitwise, em ETF spot, mas imediatamente emitiu uma suspensão (stay), colocando o processo em espera.
Bitcoin e Energia — Enquanto boa parte do mundo ainda debate o impacto ambiental do Bitcoin, o Butão silenciosamente mostrou um caminho: transformar excedente de energia renovável em reservas estratégicas de BTC, sem gastar dinheiro público.
Mercado Cripto — O cofundador da Ethereum, Joseph Lubin, explicou por que o ETH ficou atrás de outros ativos digitais por tanto tempo, mesmo sendo o maior ecossistema de contratos inteligentes do mundo.
O mercado de criptomoedas sofreu um duro golpe nas últimas 24 horas, com mais de US$ 507 milhões em posições liquidadas, segundo dados do Coinglass.
Alemanha e França querem que União Europeia prepare tarifas retaliatórias contra EUA se Trump não recuar até 1º de agosto. Entenda o que está em jogo.
Plataforma inédita em português facilita o acesso ao universo da Polkadot e impulsiona a educação sobre o protocolo no Brasil
O mercado de criptomoedas iniciou a semana com forte euforia após o Bitcoin atingir os US$123.000, sua nova máxima histórica. Desde então, o preço se estabilizou próximo a esse patamar, o que abriu espaço para que as altcoins finalmente ganhassem protagonismo.
Após a escalda das tensões entre EUA e Brasil no final da semana passada, com a retirada de visto de integrantes do STF, os ativos de risco no Brasil começaram a semana em trajetória mais benigna…
Após atingir a máxima de US$ 120.998 no dia 17 de julho, o preço do Bitcoin recuou e atingiu ontem (20), a mínima de US$ 116.467, ou seja, uma desvalorização de -3.74% entre os valores.
Arthur Carvalho, especialista em cryptos e ativos digitais do Grupo Braza, aponta como novas regras podem transformar o uso das moedas digitais por consumidores e investidores
Crescimento da stablecoin reflete busca por “dolarização” acessível, facilidade de uso e taxas competitivas na plataforma do Nubank
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Após atingir a mínima de US$ 115.735 no dia 15 de julho, o preço do Bitcoin retomou a alta e atingiu a máxima de US$ 120.998 ontem (17), uma valorização de +4% entre os valores.
Empresas encontram, nas stablecoins, uma solução segura para realizar transações globais, mesmo em momentos de incerteza tributária

