A Checkout.com e a Coinbase anunciam uma parceria estratégica para permitir que comerciantes aceitem stablecoins. Essa integração visa atender à crescente demanda por dinheiro digital e expandir as opções de pagamento globalmente.
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Stablecoins são criptomoedas que mantêm um valor estável em relação a um ativo de referência, como o dólar americano. Elas combinam a flexibilidade das criptomoedas com a estabilidade das moedas tradicionais, reduzindo a volatilidade. Existem diferentes tipos de stablecoins, como as lastreadas em fiat, em ativos ou algorítmicas. Os usuários utilizam stablecoins para transações, remessas e como reserva de valor no ecossistema cripto, facilitando o comércio e aumentando a liquidez.
O dólar digital via USDT está ganhando espaço como proteção cambial em meio à pressão inflacionária global. Isso oferece uma alternativa atrativa para investidores brasileiros.
A Checker Finance, startup de liquidez em stablecoins, anunciou uma rodada de financiamento de US$ 8 milhões para expandir sua presença no mercado brasileiro. Com isso, a empresa busca proporcionar acesso a sua rede global de liquidez em stablecoins para instituições financeiras reguladas.
A aprovação da Lei Clarity Act é um grande passo para a regulação de criptoativos nos EUA. A legislação completa deve estar pronta até o fim de 2026.
A nova regra do Banco Central do Brasil sobre stablecoins gera ruídos e inconsistências no mercado. A Oxus Finance explica como isso afeta as fintechs e o mercado financeiro.
A Agibank encerrou o primeiro trimestre de 2026 com uma receita total de R$ 3,0 bilhões, um aumento de 23,6% em relação ao mesmo período de 2025. A base de clientes ativos também alcançou um patamar recorde, chegando a 7,1 milhões.
O mercado de stablecoin está em alta com a entrada da Western Union e o crescimento de 122% no Brasil. A Oxus Finance destaca a mudança estrutural no comportamento do mercado.
Criptomoedas podem ser uma alternativa de proteção cambial? Descubra os limites e oportunidades com especialistas do Braza Bank e Foxbit. A volatilidade cambial e inflação persistente aumentam o interesse por alternativas de proteção patrimonial.
O mercado global de stablecoins está em expansão, com um crescimento de 72% no volume de transações. O Brasil figura entre os cinco maiores mercados do mundo em adoção de stablecoins
Stablecoins pagamentos podem atingir R$ 7,5 quatrilhões e transformar o sistema financeiro global nas próximas décadas.
Com mais de 80% das transações cripto no Brasil, stablecoins dependem de maior controle fiscal e contábil das empresas
A Chainless segue evoluindo com base no feedback da comunidade e acaba de anunciar duas atualizações relevantes para o seu ecossistema: a integração com um novo provedor de Pix para operações com USDT e a prorrogação do programa de cashback do cartão.
Executivos da Binance e Coinbase discutem exigências regulatórias, desafios operacionais e o
avanço da adoção institucional durante o lançamento do TokenNation 2026
Aporte liderado por QED Investors e Left Lane Capital vai acelerar a expansão
da empresa na América Latina, América do Norte e Oriente Médio
O debate em torno de uma possível cobrança de 3,5% de IOF sobre transações envolvendo stablecoins surge em um momento importante para a agenda de modernização financeira do Brasil.
O debate sobre a possível aplicação de 3,5% de IOF em transações envolvendo stablecoins começou a ganhar força dentro da indústria cripto brasileira.
Movimento cresce como alternativa ao câmbio tradicional, mas novas regras do Banco Central podem abrir caminho para a cobrança de IOF e alterar custos para viajantes
Maior competitividade no mercado financeiro e distribuição dos rendimentos para os investidores são alguns dos benefícios, destaca Oxus Finance.
A partir de hoje, os usuários da Ripio na Argentina e no Brasil podem operar com RLUSD, a stablecoin da Ripple, vinculada 1:1 ao dólar americano, respaldada por ativos altamente líquidos baseados em USD e projetada para oferecer velocidade, baixo custo e confiança nas transferências.
Avanços em Stablecoins, IA Agêntica e tokenização impulsionam segurança, velocidade e inclusão digital em 2026.
A Solana continua apoiando o desenvolvimento do mercado brasileiro e será a patrocinadora master do Stablecoin Brazil Forum, organizado e liderado pela Trace Finance. O evento acontece nos dias 10 e 11 de fevereiro na capital fluminense.
Os ETFs de Bitcoin à vista voltaram a registrar saídas relevantes de capital e atingiram o menor nível de ativos sob gestão (AUM) do ano, refletindo o momento de alta volatilidade e aversão ao risco no mercado cripto.
Com ativo ganhando escala global, o sistema financeiro entra em uma nova fase: menos discurso sobre inovação e mais foco em infraestrutura, governança e eficiência operacional
A iniciativa de ofertas da plataforma acontece de 4 a 6 de fevereiro e oferece condições especiais para mais de 15 ativos, entre criptomoedas e Renda Fixa Digital
O preço do Bitcoin atingiu a mínima de US$ 75.700 no último domingo (01). Este valor não era revisitado desde abril de 2025.
O mercado de criptomoedas encerrou 2025 sob pressão, após um quarto trimestre marcado por desalavancagem, maior incerteza regulatória e sensibilidade aos fatores macroeconômicos.
Solana e Colosseum anunciaram nesta segunda-feira, 02 de fevereiro, a primeira competição tech da Solana com foco em agentes de IA.
Os contratos futuros dos principais índices das Bolsas dos EUA (Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq) abriram a semana em queda, refletindo uma avaliação negativa de risco por parte dos investidores antes de uma semana cheia de resultados corporativos e dados econômicos.
O mercado cripto acumula quatro meses consecutivos de queda e já entra no quinto mês no vermelho. A capitalização total gira em torno de US$ 2,5 trilhões, e a grande pergunta para investidores é simples
Novas alegações colocaram Justin Sun, fundador da TRON, no centro de uma controvérsia envolvendo suposta manipulação de preço do token TRX durante os primeiros estágios do projeto.

