A Finnet lança a Agentic AI, uma plataforma de inteligência artificial que conecta agentes autônomos a operações financeiras. Isso representa uma mudança de paradigma na forma como as operações financeiras são executadas.
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Finanças é o campo que estuda a gestão de dinheiro, investimentos e recursos financeiros. Envolve a análise de como indivíduos, empresas e governos obtêm, alocam e utilizam fundos. As finanças abrangem tópicos como orçamento, investimentos, crédito, riscos e planejamento financeiro, buscando otimizar a saúde financeira e a geração de valor.
Instituições de pagamento ganham espaço ao oferecer modelo mais seguro para recursos dos clientes. Saiba como elas oferecem proteção adequada contra riscos financeiros.
Nova exigência de capital do BC pressiona fintechs e instituições financeiras até 2028. O setor financeiro precisa se adaptar às novas regras prudenciais
O Banco Central do Brasil está impulsionando o crescimento do Banking as a Service com novas diretrizes. Isso trará mais maturidade e segurança para o setor financeiro. Conheça mais sobre essa tendência.
O varejo amplia suas receitas com serviços financeiros integrados. A tecnologia BaaS é fundamental para essa expansão.
O crescimento dos ETFs no Brasil é um sinal de amadurecimento financeiro, com investidores buscando diversificação e eficiência estrutural. Isso reflete uma mudança na forma como os brasileiros constroem patrimônio
Descubra os principais erros de iniciantes no mercado cripto e aprenda a evitá-los. Conheça as 13 dicas de Cleverson Pereira para uma investimento mais seguro.
A Checker Finance, startup de liquidez em stablecoins, anunciou uma rodada de financiamento de US$ 8 milhões para expandir sua presença no mercado brasileiro. Com isso, a empresa busca proporcionar acesso a sua rede global de liquidez em stablecoins para instituições financeiras reguladas.
As fintechs estão revolucionando o mercado financeiro brasileiro, com 123 milhões de clientes atendidos. Isso representa um grande avanço na inclusão financeira do país.
O Digital Assets Conference chega à Nova Iorque, discutindo criptoativos e tokenização com líderes financeiros globais. Evento marca a internacionalização do principal fórum de ativos digitais da América Latina
O Open Finance mudou a dinâmica de consumo financeiro no Brasil, mas trouxe um aumento nos ataques cibernéticos. Isso exige segurança como obrigação regulatória.
A Agibank encerrou o primeiro trimestre de 2026 com uma receita total de R$ 3,0 bilhões, um aumento de 23,6% em relação ao mesmo período de 2025. A base de clientes ativos também alcançou um patamar recorde, chegando a 7,1 milhões.
O Mercado Pago amplia sua carteira de criptomoedas com 11 novos tokens e reduz a taxa de compra e venda para 0,2%. Isso demonstra o compromisso da empresa em democratizar o acesso ao universo cripto.
O mercado de stablecoin está em alta com a entrada da Western Union e o crescimento de 122% no Brasil. A Oxus Finance destaca a mudança estrutural no comportamento do mercado.
A BMP anunciou Suzana Alves como sua nova CCO, com o objetivo de impulsionar parcerias e inovação em embedded finance. Com uma carreira de mais de 20 anos em serviços financeiros, Suzana Alves assume o desafio de escalar a oferta de soluções financeiras integradas da empresa.
O Grupo DUX, fintech brasileira, está se reposicionando como uma holding de soluções financeiras e consultivas para a economia criativa. A empresa já antecipou mais de R$ 120 milhões em contratos para criadores, produtoras, agências, influenciadores e empresas do setor.
A Novo Saque, uma fintech catarinense, projeta alcançar R$ 2 bilhões em crédito em 2026. Isso é um marco importante para a empresa, que busca consolidar sua atuação em escala nacional e ampliar seu portfólio de produtos de crédito nos próximos meses. Além disso, a Novo Saque também acaba de anunciar a aquisição da Fint, uma startup de tecnologia que vai permitir que a empresa aumente sua autonomia e eficiência operacional.
O Brasil enfrenta um alto índice de irregularidades fiscais, um problema que combina complexidade tributária e baixa educação fiscal. Especialista explica os fatores por trás desse cenário e como isso afeta a economia.
O Brasil ultrapassou 27.721 assessores de investimento em março de 2026, representando um crescimento de 2,1% em relação ao mesmo período de 2025. Esse aumento acompanha a expansão da base de investidores e o fortalecimento da indústria de intermediação.
O setor financeiro está passando por uma transformação com a integração de tecnologia e empatia. Isso está revolucionando a forma como as instituições financeiras lidam com os clientes, proporcionando uma experiência mais personalizada e eficaz. Com a tecnologia avançada, as empresas podem agora entender melhor as necessidades dos clientes e oferecer soluções inovadoras para atendê-las.
Mudanças do Banco Central elevam exigências de governança, segurança e capital, com impacto direto na operação de empresas
A queda do dólar abaixo de R$5,00 abre uma janela interessante para o investidor brasileiro ampliar a exposição internacional, principalmente pelo ganho de preço de entrada.
Comparativo entre dados da Bolsa de valores e do MB | Mercado Bitcoin indica que novos investidores em criptomoedas cresceram mais que os da bolsa no país
A queda do dólar abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dois anos não é um movimento isolado. Ela reflete a convergência de fatores macroeconômicos tanto domésticos quanto externos.
Depois de cinco anos do lançamento do Open Finance, 2026 marca o momento em que ele deixa de ser promessa e vira infraestrutura de fato. O uso prático já se estende para crédito, investimentos e meios de pagamento, incluindo o Pix automático.
O uso dos cheques no Brasil ainda sobrevive, apesar do grande avanço dos meios de pagamento digitais, como internet e mobile banking, e a criação do Pix em 2020. Levantamento feito pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) mostra que os brasileiros usaram 112,5 milhões de cheques no ano passado.
A Inflação dos Estados Unidos avançou 0,9% em março, levemente abaixo das expectativas do mercado, mas com um aumento relevante quando comparado aos 0,3% de fevereiro.
Durante séculos, o ouro foi guardado em cofres, transportado por blindados e negociado apenas por quem tinha acesso a mercados altamente especializados. Era o ativo dos bancos centrais, dos grandes fundos e dos mais ricos, não do cidadão comum.
“Avanço do trabalho remoto e da exportação de serviços cria demanda por soluções financeiras capazes de integrar renda global em dólar com a infraestrutura de pagamentos brasileira.”
Desde o último dia 28 de fevereiro, quando começou o conflito no Oriente Médio, os mercados de risco têm operado de acordo com as notícias sobre os desdobramentos, a duração e os impactos na inflação e no nível de atividade das economias

